segunda-feira, 31 de agosto de 2015

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Dicas Nutricionais: dietas da moda

Agende a sua consulta! www.gabrielcaironunes.com.br


quarta-feira, 26 de agosto de 2015


Bateu aquela vontade de comer doce?
Não deixe de provar este delicioso picolé de kiwi, que tem apenas 72 kcal por porção e é super simples de fazer!



Ingredientes:
1 Kiwi
60g de chocolate meio amargo
Palitos para picolé
Modo de Preparo:
Corte o kiwi em rodelas grossas. Espete as rodelas no palito e congele. Derreta o chocolate no banho maria ou no microondas em temperatura média. Espere esfriar e mergulhe o picolé congelado. Leve ao congelador novamente e sirva geladinho. O rendimento é de 4 porções e pode ser servido no lanche ou como sobremesa.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Precisamos ter todo o cuidado com a saúde e bem-estar das crianças!


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Saciedade, você sabe o que é ?

Saciedade


Saciedade é o processo inverso da fome; a condição da pessoa cujo apetite foi completamente saciado. Porém, para que ocorra, existem muitos mecanismos relacionados, por exemplo: os hormônios; a distensão gástrica; o esvaziamento gástrico; a presença de comida no intestino; e o consumo de fibras e de proteínas.
O comportamento alimentar, incluindo a saciedade, é regulado por diferentes circuitos cerebrais. Estes circuitos estão sob o controle modulador de hormônios periféricos, como a leptina e a grelina, que sinalizam informações sobre o estado metabólico atual e que atuam nos neurônios específicos dentro do circuito, como os do hipotálamo, que regulam a alimentação e o comportamento alimentar relacionado.


A leptina é produzida no tecido adiposo e quando está em baixa quantidade no organismo – o que ocorre com a redução dos depósitos de gordura corporais - faz com que a necessidade de ingestão de alimentos aumente. Quanto à grelina, sua concentração sanguínea se eleva quando o estômago fica vazio, fazendo com que a vontade de se alimentar seja aumentada.


 Além desses dois hormônios citados acima, outro importante no nosso organismo é a colecistoquinina, uma proteína que o intestino libera na corrente sanguínea quando existe a presença de alimentos neste órgão. Sua função é de estimular o centro de saciedade no cérebro e impedir a ingestão exagerada de calorias.


A distensão gástrica, produzida pelo armazenamento do alimento ingerido, e o tempo de permanência deste alimento no estômago (esvaziamento gástrico) também é capaz de produzir saciedade. Alimentos sólidos, com maior teor de fibras e proteínas são capazes de retardar o esvaziamento gástrico e assim prolongar a saciedade. Dessa forma, as chamadas “calorias líquidas”, por exemplo as bebidas açucaradas e refrigerantes, não promovem o mesmo grau de saciedade que as “sólidas” e podem favorecer a ingestão em excesso de calorias.


Todos estes mecanismos são utilizados para mantermos uma sensação de saciedade. No entanto, é normal sentirmos fome - sensação de procurar e ingerir algum alimento. Isso é um fenômeno natural que ocorre devido ao aumento da concentração de grelina no sangue quando o estômago fica vazio, e de outros mecanismos hormonais, além de uma diminuição no organismo de aminoácidos, gordura e glicose.
É importante ressaltar que a ingestão de alimentos não ocorre apenas pelo mecanismo fisiológico da fome, mas também pode ser estimulada pelo cheiro dos alimentos, acontecimentos sociais e fatores emocionais. Quando comemos sem ter fome e não gastamos esta energia, nosso corpo estoca esses nutrientes em forma de gordura, levando ao aumento de peso.
O consumo de doce em excesso, por exemplo, pode aumentar nossa sensação de fome, pois ele gera um pico de glicose no sangue. Com isso, há uma elevação dos níveis de insulina no organismo, fazendo com que esse açúcar seja absorvido rapidamente por nossas células. Em consequência disso, os níveis de glicose no sangue caem novamente, causando-nos fome.


Existem alguns “truques” para que a sensação de saciedade seja mantida ao longo dia. Realizar de 5 à 6 refeições por dia é um deles, pois assim você não fará um longo período de jejum e não estará com tanta fome na próxima refeição,  e consequentemente, a porção de alimentos desta refeição não será exagerada. Outro “truque” é sempre consumir a maior diversidade possível de alimentos, para poder consumir uma grande quantidade e variedade de nutrientes existentes em cada um deles.
A fim de evitar a sensação de “fome noturna” (quando parece que nada do que comemos é suficiente) é importante uma boa alimentação ao longo do dia, para que os níveis de serotonina – hormônio relacionado à sensação de prazer e de saciedade - diminuam.
Portanto, fica evidente que se alimentar várias vezes ao dia, com diversidade e quantidade adequada de alimentos, faz com que nosso organismo produza maior sensação de saciedade.


Referências
R. van Zessen et al. Contribution of the mesolimbic dopamine system in mediating the effects of leptin and ghrelin on feeding. Proceedings of the Nutrition Society (2012), 71, 435–445. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22800867

Bachman, J.L & Raynor, H.A. Effects of manipulating eating frequency during a behavioral weight loss intervention: a pilot randomizedcontrolled trial. Obesity (2012) 20, 985–992. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Effects+of+manipulating+eating+frequency+during+a+behavioral+weight+loss+intervention%3A+a+pilot+randomized+controlled+trial.


Site Dr. Drauzio Varella. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/obesidade/controle-do-apetite/

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A reeducação alimentar retira a felicidade do paciente?

A reeducação alimentar consiste na mudança de práticas alimentares habituais, porém sem deixar de lado a cultura e história de vida do indivíduo. O intuito desta reeducação não é deixar de lado todos os alimentos que proporcionam prazer, mas sim fazer com que a pessoa aprenda a consumir os alimentos de forma mais equilibrada.
A prática de dietas restritivas esta associada ao efeito sanfona e a baixa aderência, pois estabelecem mudanças inatingíveis. Diferente das mudanças que ocorrem com a reeducação, que serão para o resta da vida, por fazerem sentido para o indivíduo.
A ajuda de um nutricionista é importante para que seja possível conhecer quais são os pontos dos hábitos atuais que precisam ser trabalhados, para se chegar a uma mudança de comportamento alimentar verdadeira. Assim é possível seguir de forma contínua um planejamento dietético, pois a conduta não será totalmente restritiva e poderá ser seguida como hábito por muito tempo.
Além de aprender a selecionar melhor os alimentos, a reeducação ajuda o paciente a conhecer melhor seu corpo e sua relação com os alimentos, além de valorizar o que consome, começar a comer com maior atenção e aprender a identificar os reais momentos de fome.
Com a reeducação alimentar, ocorre maior conhecimento sobre seus hábitos alimentares, e, assim, é possível chegar a um estilo de vida mais saudável, sem deixar de lado um dos maiores prazeres do homem, que é o ato de se alimentar.


Referência
Brienza, A.M. et al. GRUPO DE REEDUCAÇÃO ALIMENTAR: UMA EXPERIÊNCIA HOlÍSTICA EM SAÚDE NA PESPECTIVA FAMILIAR. Rev. Bras. Enferm., Brasília, v. 55, n. 6, p. 697-700, nov.ldez. 2002

Blog Ciência In Forma. Disponível em: http://www.cienciainforma.com.br/post.php?id=138.

A importância de seguir o tratamento correto considerando as necessidades e características dos pacientes.

Com a mudança do perfil  alimentar da população brasileira, vemos cada vez mais o aumento de doenças crônicas não transmissíveis, como é o caso da obesidade, diabetes, hipertensão e síndrome metabólica.
O nutricionista é um dos profissionais que atua na área da saúde para tentar prevenir e controlar as possíveis complicações destas doenças crônicas, por isso este profissional vem sendo procurado por muitos pacientes que já possuem estas enfermidades e por pacientes que pretendem melhorar seu perfil alimentar, com o intuído de melhorar sua saúde e bem-estar.
Para que os objetivos sejam alcançados, é de suma importância à aderência e o seguimento do tratamento proposto pelo nutricionista, estudos mostram que pacientes que tiveram maior tempo de tratamento chegaram a uma maior perda de peso.
Com o seguimento do tratamento dietético adequado é possível, além de aumentar a motivação para se chegar ao objetivo proposto, conseguir melhoras em parâmetros clínicos, e melhora dos hábitos alimentares.
A orientação dietética individualizada é uma ferramenta rica e que é de extrema importância no tratamento global de pacientes, e pode trazer além de todos os benefícios já exemplificados, a elevação da autoestima, com consequente melhora da qualidade de vida.

Referências
Koehnlein, E.A. et al. Adesão a redução alimentar para perda de peso: determinantes, resultados e a percepção do paciente. Revista Brasileira de Nutrição Clínica. v. 23, n. 1, 56-65, 2008.
Busnello, F.M. et al. Intervenção nutricional e o impacto na adesão ao tratamento em pacientes com síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. v. 97, n. 3, 2011.