quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Sobrepeso e aparecimento de doenças.


A obesidade está associada com um aumento do risco de vários problemas de saúde, incluindo várias das principais causas de morte e incapacidade no mundo desenvolvido: a doença cardiovascular, diabetes e alguns dos cânceres mais comuns.
Exatamente o quanto de uma contribuição que a obesidade ofereçe a essas doenças? Como uma contribuição para o projeto, financiado pela União Europeia sobre a modelagem das consequências da obesidade (junto com as conseqüências do consumo de álcool e tabaco), conhecida como Dynamo-HIA * da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade desde uma revisão rápida da força de as associações entre excesso de peso e uma série de resultados doença.
Estas doenças selecionadas para o projeto Dynamo-HIA foram baseados em dois critérios:

1) melhor evidência de um risco relação fator-doença os fatores de risco analisados ​​no projeto, ou seja, para consumo de álcool, tabagismo e sobrepeso / obesidade, prevalência 
2) da doença. Os efeitos sobre as doenças não especificamente incluídos no Dynamo-HIA pode ser estimado com base para todas as causas de mortalidade e de todas as causas de deficiência. Estimar a associação entre o fator de risco e todas as causas de deficiência envolveu uma abordagem diferente e não está incluído aqui. Os resultados identificaram a doença selecionados para o projeto Dynamo-HIA e aqui apresentados são:
• mortalidade por qualquer causa;• doença cardíaca isquêmica (DCI);• acidente vascular cerebral;• diabetes mellitus;• Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC);• O cancro do pulmão;• cancro da mama;• O cancro do cólon e do reto;• câncer de boca e orofaringe;• câncer de esôfago;• O cancro do endométrio (útero, útero);• O cancro do rim;• O cancro da vesícula biliar.
Dados adicionais para doenças ainda podem ser adicionados posteriormente. Por exemplo, baseada na literatura publicada, doenças que mereceria uma investigação mais aprofundada incluem
• síndrome metabólica;• não-alcoólicas gordos doença hepática / esteatose;• O cancro do fígado;• hiperplasia benigna da próstata;• câncer de próstata;• embolia pulmonar;• trombose venosa profunda;• hiperuricemia / gota;• cálculos biliares;• distúrbios reprodutivos / infertilidade;• síndrome dos ovários policísticos;• osteoartrose;• dor lombar;• transtornos psiquiátricos;• complicações na gravidez;• Complicações em cirurgia.
* Estas páginas foram desenvolvidas como parte da contribuição IASO para o projecto financiado pela UE sobre a modelagem de avaliação de impacto na saúde, Dynamo-HIA (Modelagem Dinâmica de Avaliação de Impacto sobre a Saúde) ver http://www.dynamo-hia.eu/ O projeto é financiado pelo Programa de Saúde Pública da UE 2003-2008 da Direcção da Comissão Europeia Geral para Saúde e Consumidores (DG SANCO), com co-financiamento do Erasmus Medical Center Rotterdam, o Instituto de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda, do Instituto Catalão de Oncologia, a International Obesity Task Force, da London School de Higiene e Medicina Tropical, o Instituto Haughton em Dublin e no Instituto Tumori no Milan.
Este documento é da exclusiva responsabilidade dos autores. Agência Executiva para a Saúde e os Consumidores e os outros organismos de financiamento não são de forma alguma responsável pelo uso que é feito com as informações contidas aqui.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Fármacos para perda de peso esta proibido no Brasil.


Anorexígenos: Juiz Nega Pedido do CFM
O pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) para liberar a venda de anorexígenos foi negado pelo juiz Novély da Silva Reis, da 7ª Vara Federal do Distrito Federal. O CFM havia entrado com Ação Civil Pública contra a medida da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que resolveu retirar do mercadobrasileiro as substânciasfemproporex, anfepramona e mazindol.
Segundo o CFM, - que ainda poderá recorrer ao Tribunal Regional da 1ª Região - os anorexígenos, proibidos no último dia 4 de outubro pela Anvisa, são substâncias usadas no auxílio do tratamento contra a obesidade e a Nota Técnica da Agência para a retirada desses medicamentos foi combatida expressamente pela classe médica.
Dessa forma, o CFM argumenta que a Anvisa quer tutelar uma matéria sem fundamento técnico, cerceando os direitos dos pacientes e a autonomia dos médicos na utilização de medicamentos eficazes, há 30 anos no mercado.
O CFM afirma que o uso indevido de medicamentos é uma questão ligada ao controle e àfiscalização de sua prescrição, não dizendo respeito especificamente aos anorexígenos.
Assim, o Conselho é favorável ao fortalecimento de mecanismos de controle de comercialização e da adoção de ações educativas em larga escala para disciplinar o uso de medicamentos.
O prazo dado pela Anvisa para a retirada dos anorexígenoss do mercado foi de dois meses.


Leia mais em:www.abeso.org.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Uso de balão no estômago é liberado para menos gordos

No calor da discussão sobre a proibição dos inibidores de apetite derivados da anfetamina, anunciada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na terça-feira, a indústria farmacêutica começa a oferecer novas alternativas.


A Allergan chamou a imprensa na última quarta-feira para anunciar que a vigilância ampliou o acesso ao balão gástrico.

Editoria de arte/folhapress
Inicialmente indicado para obesos, com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 30, o procedimento já pode ser feito por quem está com sobrepeso e IMC acima de 27 --o cálculo do IMC é feito dividindo o peso (quilos) pelo quadrado da altura (metros).

O balão é colocado por endoscopia e é temporário. O objetivo é aumentar a sensação de saciedade por meio do volume no estômago. "É uma opção menos invasiva e não medicamentosa para pacientes que não querem fazer redução de estômago", explica o médico José Afonso Sallet, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

Um estudo com 573 pacientes com sobrepeso, publicado na revista "Obesity Surgey", mostrou que, após seis meses com o balão, os pacientes perdem metade do peso excedente e têm uma uma redução de 5,3 pontos no IMC. Obesos podem perder até 12% do peso inicial, segundo o cirurgião.

TENDÊNCIA
A ampliação da indicação segue a tendência observada nos Estados Unidos. A FDA (agência reguladora de remédios) passou a permitir, em fevereiro, que pessoas com IMC a partir de 30 e doenças causadas pela obesidade se submetam à colocação de banda gástrica, aparelho que estrangula o estômago. Antes, o IMC mínimo para realizar o procedimento era de 35.
CRÍTICAS
 
Segundo o endocrinologista Bruno Geloneze, da Unicamp, o balão é a pior solução para os obesos. "A obesidade, ou sobrepeso, é uma condição crônica e que sempre volta. Portanto, qualquer tratamento tem que ser contínuo, para evitar que o peso volte. O balão é um tratamento de curto prazo [seis meses], que não tem nenhuma garantia de longo prazo."
Para controlar o aumento de peso não existe milagre, lembra o médico. É preciso combinar mudança de comportamento com reeducação alimentar e atividade física e, caso necessário, tratamento médico, que pode incluir remédios, balão e cirurgia.

O balão ainda não foi aprovado pela FDA. O aparelho custa R$ 3.000. O preço total do procedimento pode chegar a R$ 10 mil.

Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/986460-uso-de-balao-no-estomago-e-liberado-para-menos-gordos.shtml

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O verão esta chegando e agora? Qual a melhor Dieta para dar uma “enxugada”?


O verão está chegando e se você esta preocupado e quer ficar em forma para ir à praia, ao clube, usar as roupas que irão mostrar mais o seu corpo, aqui está a solução:





1o DESCARTE as dietas milagrosas que prometem perda grande de peso em pouquíssimo tempo. Essas, assim como metas impossíveis, só irão trazer mais frustração, desmotivação e ansiedade, além é claro da perda de saúde.

2o Estabeleça metas plausíveis e realistas. Inicie seu programa com a modificação de pequenos hábitos como:

·        Comer de 3 em 3 horas;
·        Melhorar a qualidade de sua alimentação: diminuir consumo de frituras, doces,refrigerantes, bebidas alcoólicas, alimentos embutidos e etc. E aumentar consumo de verduras e legumes;
·        Ingerir ao menos 3 frutas/dia –  de preferência nos intervalos das grandes refeições;
·        Hidratar-se melhor: beber mais água (10 copos ao dia);
·        Optar por alimentos integrais que irão melhorar o funcionamento do seu intestino juntamente com a água e assim deixando sua pele mais bonita e pronta para o soldo verão;
·        Dê mais importância as boas noites de sono, aumentando a qualidade de vida e seu desempenho nas suas atividades físicas e diárias;
·        Sempre tenha prazer no que esta se propondo a fazer e avalie as mudanças no seu bem-estar.

 3o Claro que essa meta não pode faltar em sua estratégia: ATIVIDADE FÍSICA!!                                                  
Se você é o tipo de pessoa que nunca fez academia na vida inicie as atividades devagar. Comece com pequenas caminhadas, hidroginástica, academia, pilates ou qualquer atividade que te proporcione prazer. Não importa qual seja desde que você se mexa, com cuidado. Não queira virar um atleta da noite para o dia e nem correr atrás do tempo perdido. Monte um plano de exercícios que você começará a fazer sem muitos esforços.  Ex: caminhada 3x/semana.
Outra dica é: dê importância aos horários de suas refeições, prestando atenção aos alimentos, suas quantidades e ao tempo de duração das refeições, lembre-se que comendo rápido você ingere uma maior quantidade de alimentos, não diferenciando fome, saciedade e vontade de comer.

4o  Não se prive de nada. Deixar de comer, ficar na sopinha ou até mesmo ficar horas na academia, não irão te auxiliar a ter um abdômen “tanquinho”. Pelo contrário prejudicará sua saúde e será esforço jogado fora.
Sentiu vontade de comer doce? Coma! Porém com cautela! Escolha um chocolate meio amargo, por exemplo, ele contém menos açúcar, e você não ficará tentado a exagerar na dose e ainda ingere um pouco do antioxidante do cacau. O mesmo vale para outros alimentos, sempre com prudência e fazendo escolhas menos calóricas (ex: ao invés da pizza de calabresa coma a de mussarela ou frango ou atum).
Mais importante do que este verão serão todos os outros verões da sua vida, por isso se você quer prolongar os benefícios de corpo saudável e a sensação de saúde e bem-estar monte estas estratégias, coloque na porta de sua geladeira ou em cima de sua mesa de escritório e tente inserir esses novos hábitos em sua vida, tendo assim a prática de exercício e uma alimentação de melhor qualidade o ano todo. Dessa forma quando o verão chegar novamente você estará com o corpo sonhado ou pelo menos a poucos passos disso.
E se você gosta de um bronzeado bonito, nada como tomar sol aproveitando  suas qualidades, para que o sonho do corpo perfeito vire realidade.  Não se esqueça dos cuidados: banho de sol das 7 as 10 da manhã e a partir das 16 horas, passar seu protetor regularmente e claro estar sempre se hidratando.



WWW.ULTRANUTRI.COM.BR

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Agência proibiu comercialização de anfepramona, femproporex e mazindol.



Anvisa mantém venda, mas restringe uso de emagrecedor polêmico

Sibutramina poderá ser comercializada, mas com maior controle.

Sandro Lima Do G1, em Brasília
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (4) manter a comercialização e o registro da sibutramina, um dos remédios mais vendidos que atuam na redução do apetite, mas ampliou o controle sobre a prescrição e sobre a utilização do medicamento.
A Anvisa proibiu ainda a comercialização de três outros inibidores de apetite feitos a base de anfetamina: a anfepramona, o femproporex e o mazindol.
No Brasil, a venda e o uso da sibutramina já eram restritos desde 2010, quando o remédio foi incluído na lista de medicamentos "B2", que necessitam de receitas especiais para serem solicitados pelos médicos. Agora, a partir da decisão desta terça, médicos e pacientes terão também que assinar um termo de compromisso ao prescrever ou utilizar a substância.

Além disso, de acordo com a Anvisa, os laboratórios que fabricam ou comercializam sibutramina terão que fazer acompanhamento de eventuais efeitos colaterais e comunicar a Anvisa no caso de ocorrências.
A agência informou que as medidas serão acompanhadas por 12 meses e que, após esse período, a comercialização do produto voltará a ser discutida.
No âmbito da Anvisa, não cabe recurso à decisão, mas as empresas que fabricam e comercializam os inibidores de apetite podem recorrer à Justiça.
De acordo com a Anvisa, as farmácias terão prazo de 60 dias para retirar os produtos proibidos do mercado. Conforme a Anvisa, os estabelecimentos que mantiverem a comercialização poderão ser interditados ou multados em valores que vão desde R$ 2 mil a um R$ 1,5 milhão.
De acordo com o representante do Conselho Federal de Medicina, Dimitri Gabriel Omar, a decisão da Anvisa de proibir os três inibidores vai estimular a ilegalidade e prejudicar o tratamento de obesos. Sobre ampliar a restrição à sibutramina, ele afirmou que se trata de "interferência indevida" no trabalho dos médicos e que vai recorrer à Justiça.
Relatório
O relatório de 700 páginas produzido pela Anvisa aponta que os benefícios da perda de peso causados pela utilização da anfepramona, do femproporex e do mazindol não superariam os riscos, tais como problemas cardíacos. O relatório diz ainda que não há dados técnicos e científicos que comprovem a eficácia e segurança destas substâncias no controle da obesidade.
Os inibidores de apetite atuam em uma região do cérebro conhecida como hipotálamo, que regula a sensação de fome e de saciedade.
Quanto à sibutramina, o relatório diz que o registro da substância cumpriu os requisitos de eficácia, “gerando desfecho clínico da perda de peso” e com “relação benefício-risco favorável”. Sendo assim, a Anvisa permitirá que a substância possa ser comercializada com algumas restrições, tais como controle na prescrição médica para minimizar riscos.
O relatório aponta que a sibutramina pode ser utilizada em pacientes obesos sem história de doença cardiovascular e que não conseguem aderir a programas de emagrecimento; com diabetes ou intolerância à glicose; dislipedêmicos; hiperuricêmicos; mulheres com ovários policísticos e pacientes com hepatite não alcoólica.
De acordo com o relatório, a Anvisa recomenda que a utilização da sibutramina seja suspensa caso o paciente não responda ao tratamento no período de quatro semanas.
Exterior
A venda de remédios para emagrecer com sibutramina foi proibida pela agência reguladora de remédios na Europa no início de 2010. A entidade alegou, na época, que trabalhos científicos apontavam o aumento do risco de problemas cardiovasculares em pacientes que usaram a sibutramina.
Conhecido como Scout, o estudo que levou a agência reguladora europeia a banir o medicamento contou com 9 mil pacientes obesos, monitorados durante 5 anos - parte deles recebeu sibutramina e outra parte tomou uma medicação sem efeito (placebo). Todos os integrantes da pesquisa passaram por dieta e praticavam exercícios físicos.
No caso dos Estados Unidos, a agência reguladora de alimentos (FDA, na sigla em inglês) também recomendou o fim do uso do medicamento. Com isso, a Abbott, empresa responsável pela venda da sibutramina, retirou o produto do mercado. Canadá e Austrália também são países onde o comércio da droga é vetado.