quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Comer devagar para comer menos.



Que quem come muito rápido, come em maior quantidade, provocando ganho de peso, abaixo algumas dicas para diminuir a velocidade das refeições e continuar perdendo peso:


- Não encher demais o garfo com comida. Cada garfada deve preencher somente um pouco mais da metade do garfo. Introduzir pequenos pedaços de comida por vez e de alimentos separados, ou seja, evitar misturá-los para sentir separadamente o gosto de cada um, assim você ficará mais saciado com somente uma determinada quantidade de comida;

- Realizar um exercício de contagem das mastigadas:

- 20 mastigadas para alimentos como: purês, suflês, arroz com feijão, massas, batatas, verduras cozidas ou frutas.
- 30 vezes para alimentos mais duros, como: frango, peixe, saladas cruas
- 40 vezes para as carnes, como:  bovinas, suínas e ovinas

- Descansar os talheres no prato entre uma garfada e outra. Com isso, provavelmente você cruzará as mãos e não terá tanta pressa de segurar o garfo mais uma vez.

Se preferir faça as refeições com grafo de sobremesa.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

DIETA APÓS CIRURGIA BARIATRICA - Purê de batata com cenoura


Pessoal essa receita fica muito boa, mas apenas para quem esta na dieta pastosa...

Ingredientes:

2 cenouras medias
4 colheres (sopa) de leite desnatado
3 batatas médias cozidas e passadas pelo espremedor
1 colher (sopa) de margarina light sem sal
1 colher (café) de sal
1 pitada de páprica picante

Modo de preparo:

Cozinhe as cenouras e, quando amornar, bata com o leite desnatado no liquidificador. Reserve. Misture a batata com a margarina e leve ao fogo. Junte o creme de cenouras e vá mexendo em fogo baixo até apurar. Desligue, tempere com o sal e a páprica e sirva.

DIETA APÓS CIRURGIA BARIATRICA - PURÊ DE EVILHA


 Para que é meu paciente e esta em dieta pastosa, essa opção é genial.

Ingredientes:

2 xícaras de chá de ervilhas frescas lavadas e cozidas
1 batata média bem cozida
1 batata doce bem cozida
1 e ½ xícara de chá de leite desnatado
1 colher de chá de sal
2 colheres de chá de azeite de oliva

Modo de preparo:

Bata as ervilhas, a batata doce, a batata e o leite desnatado no liquidificador por cerca de 2 minutos para que fique bem homogêneo. Despeje em uma panela e leve ao fogo. Tempere com a pimenta e o sal e vá mexendo. Quando estiver com consistência de purê, desligue e coloque o azeite. Mexa e sirva na hora.

Sugestão de Gabriel:
 Para quem já esta em dieta branda após a cirurgia.

Adicione atum light ( 2 colheres de sopa) Hummmmmm.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CURSO DE BALÃO INTRAGASTRICO PARA NUTRICIONISTAS.

Acessem o site abaixo para se inscrever:


http://www.levecomvoce.com.br/Eventos/Curso-de-Orientacao-Nutricional-Balao-Intragastrico-BIB.aspx


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Cérebro de magros e obesos funciona de forma diferente

O cérebro dos magros e dos obesos reage de maneira diferente aos estímulos gerados por alimentos, indica pesquisa feita na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.
O trabalho aponta indícios de que o cérebro dos obesos tem uma disfunção --causada por inflamações-- que prejudica o mecanismo de controle da saciedade. E sugere ainda a possibilidade de que, após emagrecer, o obeso recupera a capacidade de se sentir satisfeito.
Segundo Simone van de Sande Lee, autora do estudo, trabalhos anteriores, com animais, identificaram uma inflamação no hipotálamo, região do cérebro responsável pelo gasto de energia e controle da fome.
Com isso, a leptina, hormônio que indica saciedade, não era identificada pelo organismo dos obesos, gerando mais vontade de comer.
"Em situações normais, o cérebro capta essa informação do hormônio e a transforma em estímulo para parar de comer. Os indícios mostram que a obesidade decorre, entre outros fatores, de um erro no processamento dessa informação", afirma.
RESSONÂNCIA
No estudo, oito pacientes magros e 13 obesos foram submetidos a uma ressonância magnética funcional (que registra uma sequência de imagens do cérebro). Os obesos fizeram o teste antes e depois de uma cirurgia de redução de estômago.
Todos receberam 50 g de glicose diluída em 200 ml de água durante o exame.
Em todos os voluntários, a ativação dos neurônios no hipotálamo atingiu um pico após a ingestão da glicose. Ela se manteve alta por 30 minutos nos pacientes magros, mas caiu em apenas dez minutos nos obesos.
Depois da cirurgia, os pacientes obesos emagreceram e recuperaram parcialmente essa atividade, chegando mais perto dos índices dos pacientes magros.
"Acreditamos que a atividade neuronal indique, nos pacientes magros, o processamento da leptina. Eles mantêm o estímulo de saciedade por mais tempo", diz a pesquisadora.
Quando os obesos perderam peso, foi encontrada uma quantidade maior de substâncias anti-inflamatórias no líquor (líquido que envolve o cérebro). Essas substâncias combatem a inflamação que prejudica a identificação da leptina e a sensação de saciedade que ela sinaliza.
RESSALVAS
Para o médico Ricardo Meirelles, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o trabalho "chama a atenção pela possibilidade de reverter as alterações [cerebrais]". Mas, diz ele, há fatores culturais e psicológicos a serem considerados na obesidade.
A endocrinologista Cíntia Cercato, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), afirma que a possibilidade de reverter a resistência à leptina traz muitos benefícios, "até mesmo em funções cognitivas".
Já o neurologista da USP Paulo Jannuzzi ressalta que há outros mecanismos a serem considerados.
"É possível o paciente já se sentir saciado, mas querer comer pelo prazer. Mas, se estudos indicarem um caminho novo para lidar com parte desse comportamento, já é um avanço".

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Brasileiros fazem mais cirurgias de redução de estômago


Junto com o aumento da obesidade no Brasil, a realização de procedimentos de redução de estômago --as cirurgias bariátricas-- tem registrado um crescimento exponencial no país, com um aumento de 275% nos últimos sete anos.
De acordo com a SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica), o número de procedimentos pulou de 16 mil, em 2003, para 60 mil, em 2010.
A cirurgia é indicada para pacientes com IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 35 ou 40, quando há presença de outras doenças associadas à obesidade.
O procedimento extirpa uma parte do estômago ou do intestino e ainda pode recorrer a intervenções no aparelho digestivo (no Brasil, são aprovadas quatro modalidades cirúrgicas).
"O número de obesos aumentou, a informação sobre a cirurgia aumentou, e tivemos um grande avanço, que foram as operações por laparoscopia", diz Ricardo Cohen, presidente da SBCBM.
"Elas tornaram o processo mais confortável, com menos dor e uma volta mais rápida ao trabalho", acrescenta Cohen. "Tudo isso atrai mais procura."
Segundo o cirurgião, o país fica atrás apenas dos Estados Unidos no ranking mundial --os americanos estão de longe na frente, com cerca de 300 mil cirurgias do tipo realizadas em 2010.
Cohen diz ainda que, enquanto a crise econômica levou a uma queda no número de cirurgias nos Estados Unidos no ano passado, a tendência no Brasil é de crescimento, acompanhando a demanda.
FRACASSO
Apesar do aumento da procura, o salto no número de cirurgias também é visto com ressalvas.
Para o endocrinologista Gerson Noronha Filho, professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), a situação reflete um "grande fracasso" no tratamento de obesos, que só deveriam ser encaminhados para cirurgia em casos extremos.
"É um procedimento radical, que corta uma área brutal do estômago", diz o médico. "Essas soluções finais, únicas, desumanizam o indivíduo. As soluções não devem ser únicas, devem ser múltiplas, pensadas diante do quadro que o indivíduo apresenta."
Noronha atende obesos mórbidos no centro de pesquisas clínicas (Clinex) da Uerj e ressalta a importância de conhecer a história por trás de cada caso.
"A grande razão do fracasso [no tratamento] é que o obeso nunca está sozinho", afirma. "Há sempre alguém que alimenta esse gordo, sempre um par magro. A medicina precisa trazer essa dupla para o tratamento, mas tem dificuldades em fazer isso porque envolve um tratamento multidisciplinar."
De acordo com a SBCBM, o tratamento clínico tem eficácia em 10% dos casos, enquanto a intervenção cirúrgica soluciona 85% deles. As estatísticas ajudam a explicar o interesse em torno do procedimento, inclusive em blogs, fóruns de discussão e redes sociais.
No Orkut, por exemplo, a comunidade "Cirurgia Bariátrica - Eu fiz!" tem mais de 7.000 membros. Já a "Cirurgia Bariátrica - Vou fazer!" tem pouco mais de 2.000.
O procedimento é caro. De acordo com a SBCBM, o custo varia de R$ 10 mil a R$ 15 mil (a cirurgia aberta) e pode chegar à faixa de R$ 15 mil a R$ 25 mil (videolaparoscopia).
Com internação e as cirurgias plásticas que precisam ser feitas posteriormente para reduzir a pele flácida, Noronha estima que o valor fique entre R$ 30 mil e R$ 50 mil.
FILA LONGA
Como a obesidade no Brasil também aumenta entre as classes mais desfavorecidas, o resultado é uma longa fila no SUS (Sistema Único de Saúde).
Moradora da Rocinha, Luiza Souza, 34, se inscreveu em 2005 no Hospital de Ipanema, da rede federal, esperando que fosse atendida em dois, talvez três anos. Em janeiro, na última vez que checou, ouviu do enfermeiro que deveria contar com mais seis a oito anos de espera.
"Já fiz tudo que é tipo de tratamento, mas os médicos me falaram que o meu caso agora só se resolve com cirurgia bariátrica", afirma ela, que está com 140 kg e atribui ao peso a dificuldade de conseguir emprego.
Assim como Luiza, cerca de 5.000 pessoas esperam na fila do Hospital de Ipanema. De acordo com o Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro, a unidade tem estrutura para uma cirurgia por semana. No ano passado, 37 foram realizadas.
"Muita gente morre na fila, e muita gente desiste, dá outro jeito de operar. Foi o que eu fiz", diz Aline Rodrigues de Souza, 31.
Em fevereiro deste ano, ela conseguiu realizar a cirurgia, sonho que acalentava desde 1999. Depois de se casar, uma melhora de renda permitiu que pagasse um plano de saúde, e só assim conseguiu concretizar seus planos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a cirurgia bariátrica começou a ser feita na rede pública em 2003.
De lá para cá, o número de cirurgias realizadas pelo SUS aumentou 150%. Ainda assim, elas representam pouco mais de 7% do total brasileiro.
Em 2010, o ministério investiu R$ 24,5 milhões para a realização do procedimento pelo SUS, com um total de 4.437 cirurgias.
AUTOESTIMA
Aline se diz realizada. Dos 175 kg que tinha na época da cirurgia, perdeu 37 nos últimos cinco meses. Matriculou-se em um curso de maquiagem e está saindo mais de casa.
"Antes eu não caminhava, não estudava, saía pouco", afirma. "A gordura me tirava a coragem de enfrentar o preconceito."
Já Luiza afirma que está desiludida. Por causa do peso, parou de exercer a profissão faz tempo: era professora do ensino fundamental. Ela diz que, no início do ano, foi demitida do mercado onde trabalhava como caixa após faltar um dia por uma crise de hipertensão.
"Estou procurando emprego o ano todo, mas está difícil", afirma. "O pessoal diz que meu currículo é muito bom, mas, quando vou para a entrevista, falam que a empresa não tem nem uniforme para mim."
Enquanto não recebe a tão esperada convocação do hospital, Luiza tenta conciliar o sonho de concluir a faculdade de Letras que deixou pela metade e os planos para o futuro com os obstáculos criados pelo excesso de peso.
"Quero arrumar um trabalho, parar de tomar remédio de pressão, fazer bastante exercício, parar de fumar... E subir um pouco a autoestima, né? Porque quase não tenho."

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mastigar mais vezes pode ajudar a reduzir ingestão calórica

Mastigar cerca de 40 vezes antes de engolir a comida pode significar uma ingestão calórica 12% menor. Em uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition, cientistas descobriram que homens jovens que mastigam mais vezes têm níveis diferentes no sangue de dois hormônios relacionados ao apetite.
Para checar as diferenças entre mastigar 15 vezes (o usual) e as 40 vezes, pesquisadores da Universidade Médica Harbin, na China, ofereceram cafés da manhã tradicionais a 14 homens jovens obesos e a 16 homens jovens com peso normal. Foi observado, então, se a mastigação tinha influência nos níveis de açúcar, de insulina e de hormônios do apetite.
A equipe descobriu que existe uma relação entre quantas vezes o alimento é mastigado e o nível de hormônios que avisam ao cérebro quando é hora de começar e de parar de comer. Quanto mais vezes os homens mastigavam, menores eram os níveis de grelina, um hormônio responsável por estimular o apetite, e maiores os níveis de colecistocininca (abreviação CCK), hormônio que, acredita-se, reduz o apetite.
Segundo Shuran Wang, co-autora do estudo, não foi encontrada relação entre a mastigação e os níveis de açúcar e de insulina. Os pesquisadores alertaram ainda que, como o estudo foi feito com uma amostragem pequena de voluntários, não é possível prever como o hábito de mastigação prolongado irá afetar a ingestão de calorias de outros grupos de pessoas.
Perda de peso – De acordo com Adam Drewnowski, diretor do Centro de Pesquisa em Obesidade da Universidade de Washington, com a redução de 12% da ingestão calórica, é possível emagrecer cerca de 11 quilos em um ano. Mas, como a dieta usual inclui alimentos não mastigáveis, como sopas e sorvetes, essa perda calórica real poderá ser bem menor. “Não estou certo de que esta é uma medida de prevenção da obesidade viável", disse Drewnowski. (Com agência Reuters)


Fonte: VEJA ON LINE

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Perda de peso pode melhorar saúde sexual em diabéticos

Para ler a matéria que foi publicada no NYTIMES, copie e cole o link abaixo.

http://well.blogs.nytimes.com/2011/08/08/weight-loss-improves-sex-for-diabetic-men/?pagemode=print

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Alimentação correta para crianças.

Você já pensou em como fazer para que seu filho coma melhor ????
Para isso que tal " Dar exemplo”.

Muitas vezes achamos que bom exemplo é apenas comer alface e tomate no almoço todos os dias. Mas junto levamos á mesa refrigerantes ou chocolates para a sobremesa.

Da mesma forma, se chegamos em casa cansados de noite e comentamos orgulhosos: “O dia estava tão corrido hoje, que nem consegui parar e almoçar, lá pelas 15:00 hs comi pão de queijo e um refrigerante.

A que conclusão seu filho chegará? Principalmente, se para ele você é um herói e o que ele mais quer quando crescer é ser como você? Concluirá que isso é normal e continuará sua saga. Tenho certeza que  não é este tipo de  qualidade de vida que você quer para seu filho.
Exemplos não são feitos somente de ações isoladas, envolvem palavras, diálogos, sentimentos, gestos, e inclusive um olhar carinhoso.

Um bom exemplo começa com um bom café da manhã em família, sem pular refeições, com a organização diária do lanche a ser levado para a escola.
Sabendo da vida corrida que levamos divido algumas estratégias para melhorar a alimentação na esperança de multiplicar bons hábitos alimentares:
  • Estimule seu filho a ter uma postura crítica diante dos comerciais sobre alimentos;
  • Não estocar em casa biscoitos, chocolates, batatas-fritas, refrigerantes e etc;
  • Evitar alimentos fritos e não adicionar gordura desnecessária durante o preparo;
  • Remover toda a gordura visível da carne, escolher produtos magros;
  • Estimule o consumo de frutas e produtos integrais;
  • Ofereça sempre vegetais nas refeições;
  • Não liberar refrigerantes durante a semana;
  • Evite as refeições a frente da TV e computador;
  • Estimule-o a conhecer novos sabores e envolva-se;
  • Permita que ele participe da sua própria alimentação, observando o cardápio da escola, desde as compras, até o preparo ajudando a decidir sobre o que é saudável;
  • Não trocar um alimento por outro solicitado pela criança;
  • Evite alimentos super industrializados.
Vamos refletir: temos muito a ganhar ajudando nossos filhos a desenvolverem bons hábitos alimentares, principalmente no que se refere à prevenção de doenças relacionadas com a alimentação como diabetes, hipertensão, cardiopatias, que hoje já assombram infelizmente  a infância de muitas crianças.