sexta-feira, 22 de julho de 2011

CONSELHO NÃO RCONHEÇE CIRURGIA FEITA PELO FAUSTÃO

A cirurgia de redução de estômago a qual se submeteu o apresentador Fausto Silva, que chegou a perder mais de 30 kg, não foi reconhecida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).
O órgão emitiu uma nota de esclarecimento nesta sexta-feira sobre o procedimento, conhecido como gastrectomia vertical com interposição de íleo (região do intestino delgado).
Segundo o CFM, há necessidade de mais estudos e pesquisas que comprovem a eficácia da cirurgia e a segurança aos pacientes.
Com a decisão, permanece igual a resolução CFM 1942/2010, que estabelece normas seguras para o tratamento cirúrgico da obesidade mórbida, definindo indicações, procedimentos e equipe.
A técnica foi desenvolvida pelo cirurgião goiano Áureo Ludovico de Paula para originalmente tratar o diabetes tipo 2.
Em 2009, a advogada Daliana Kristel Gonçalves Camargo deu início a um processo contra o médico goiano. Ela alegou que teve problemas de saúde após ser operada.
No ano seguinte, a Justiça Federal de Goiás proibiu, em caráter liminar, a realização do procedimento até que fosse aceito pelo CFM e pelo Conep (Comitê Nacional de Ética em Pesquisa).
EMAGRECIMENTO
A diferença para a cirurgia convencional está na recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno. Ao entrar em contato com o alimento, o íleo começa a produzir GLP1 (hormônio que estimula a produção de insulina). Nos diabéticos tipo 2, a insulina está reduzida no organismo e o íleo produz pouco GLP1 porque a maior parte do alimento já foi absorvida.
Com o reposicionamento de parte do intestino, o alimento entra em contato mais rápido com o íleo, o que pode aumentar a produção do GLP1.


Matéria copiada de:
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/948214-conselho-nao-reconhece-cirurgia-feita-por-faustao.shtml

terça-feira, 12 de julho de 2011

NOVA ESTRATÉGIA PARA PERDA DE PESO.


Quando o assunto é um novo método de emagrecimento, não importa quantos quilos a pessoa precisa ou quer eliminar, a ansiedade é sempre a mesma. Atualmente, dois procedimentos para o tratamento de obesidade estão na moda. O balão intragástrico (BIB) e a banda gástrica ajustável. Por terem efeitos colaterais mais amenos do que a cirurgia de redução de estômago, estão sendo utilizados também para fins estéticos, o que é um erro, segundo especialistas. Os procedimentos não são milagrosos, portanto só são recomendados a pessoas com reais problemas de excesso de peso. Para aquelas que não se enquadram nas características, a fórmula milagrosa para emagrecer é composta por dois ingredientes — a reeducação alimentar e a prática de exercício físico.

O problema das dietas é sempre o mesmo: a fome acarretada pela diminuição da ingestão de alimentos. Ao atuar exatamente no xis dessa questão, os dois procedimentos conquistaram a fama da eficácia. O BIB é uma prótese de silicone, uma espécie de bolinha de ar ou cheia de soro fisiológico e azul de metileno — corante bacteriológico usado para tornar visível o objeto caso o balão estoure —, que, ao ser introduzida no tubo digestivo por meio de endoscopia, ocupa cerca de 40% do estômago (veja arte). Ela é feita para ficar na cavidade estomacal por um período de quatro a seis meses.

Já a banda gástrica ajustável, popularmente conhecida como cirurgia do anel, é colocada na parte superior do estômago por cirurgia videolaparoscópica. A banda provoca a diminuição de parte do estômago e os efeitos do balão acabam por produzir uma saciedade precoce no indivíduo, fazendo com que o paciente adquira hábitos alimentares saudáveis. Parece simples, mas não é.
Saiba mais...
O professor de gastroenterologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-SP), Hércio Cunha, explica que, para utilizar uma das técnicas, é necessário estar com o índice de massa corpórea (IMC) acima de 35, mas com comorbidades associadas — por exemplo diabetes, hipertensão arterial e apneia do sono. “São indicados principalmente para pessoas que não obtêm o emagrecimento desejado com medicações. O balão é dirigido a um público específico, é uma terapia temporária e ambulatorial”, descreve o médico.

Orientação e esforço
A servidora pública Aline Moura, 1,65m, 102kg e IMC 37,5 conta que sua vida foi marcada pelo temido efeito sanfona. De tempos em tempos ela emagrecia e, não demorava muito, engordava de novo. Mas isso ocorre por motivos óbvios: “Eu não consigo manter o peso. Já tomei remédio, fiz dietas, mas, sempre paro no meio dos tratamentos”, relata.

Agora, após ser aconselhada por amigos, Aline procurou orientação médica para saber sobre qual dos procedimentos seria mais adequado ao perfil dela. Atualmente, espera os resultados de exames para se submeter à cirurgia da banda gástrica. “Hoje frequento palestras e vou me esforçar para dar tudo certo. Além disso, vou começar o acompanhamento psicológico e nutricional. Acredito que dessa vez vou fazer a coisa certa”, espera.

Com o balão, o paciente pode eliminar cerca de 10% a 15% do peso inicial e, em média, 25% com a banda. Talvez seja por isso, pela perda de peso mais rapidamente, que as pessoas estejam em busca dos métodos com intenções estéticas. No entanto, Hércio Cunha explica que antes de indicar os procedimentos é necessário realizar uma avaliação do perfil do paciente. “O balão deve ser usado somente para tratamento da obesidade”, salienta. O especialista afirma que sempre alerta os pacientes na primeira consulta que não existe mágica ou milagre e que qualquer método de emagrecimento deve ser aliado a mudança de hábitos, incluindo alimentação e prática de exercícios físicos.

Asma, gordura no fígado e o desconforto dos quilos extras fizeram André Alves Guimarães, 33 anos, 108kg, a querer usar o balão intragástrico. Em seis meses com o mecanismo no corpo, o engenheiro emagreceu 27kg. Quando retirou, eliminou mais 6kg. “No começo é horrível, enjoava como mulher grávida. Mas, no quarto dia, passou”, recorda. Guimarães conta que não tinha outra alternativa, tinha que emagrecer mais rápido e conseguiu de uma forma equilibrada. “Eu recomendo”, aconselha.

Reeducação
O gastroenterologista Lucas Seixas é rígido em relação à indicação dos procedimentos. Ele destaca que não realiza as técnicas quando o IMC é menor do que 30, para fins estéticos, quando a pessoa submeteu-se à cirurgia abdominal. “Digo não também para aqueles que não desejam participar de programas de mudanças alimentares e comportamentais”. Segundo ele, é necessário ter cautela, participar de reuniões de grupo, discutir o assunto com o médico para avaliar as vantagens e as desvantagens de cada procedimento, pesar os riscos e benefícios e escolher com o médico o melhor método porque cada caso exige uma solução individual.

Dessa forma, o médico explica que prepara o paciente para uma vida diferente. Como o balão é temporário, produz bons resultados na reeducação alimentar. Já a banda gástrica beneficia doentes com síndrome metabólica da obesidade, IMC mais altos e que não conseguem controlar o distúrbio. “Há protocolos de cirurgia plástica que colocam o balão no obeso para perder peso, com orientação nutricional, antes de fazer uma cirurgia plástica”, diz.

De acordo com Seixas, é inegável que, além da saúde, os pacientes também queiram obter um ganho estético — o que em geral a perda de peso proporciona. Os efeitos de um tratamento com bons resultados para o obeso, segundo o médico, melhora a saúde mental, insere os pacientes novamente no convívio doméstico, social e possibilita muitas vezes um recomeço com a autoestima elevada.

Lucas Seixas alerta que o Brasil vive uma epidemia de obesidade e os números são preocupantes. Segundo pesquisas recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país já tem 17 milhões de habitantes acima do peso (9,6% da população). “Este um problema sério de saúde pública, pois representa a gênese de patologias cardiovasculares e oncológicas, principais causas de mortes no mundo”. Para Seixas, é importante seguir fazer um programa alimentar saudável, consumir alimentos frescos e praticar atividades físicas. Além disso, dormir bem, trabalhar o suficiente, comer lentamente e ainda ingerir bastante água são recomendações básicas para um processo de reeducação de hábitos.

“Estamos vivendo em um mundo que exige produção, consumo e isso só estimula uma péssima alimentação. Falta tempo para atividades físicas, para a saúde mental e a ausência de uma boa educação alimentar, desde a infância, significam o que chamo do mal do século”, adverte, numa referência à necessidade, urgente, da montagem de uma política de saúde pública que funcione.

 


segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Balão intragastrico - estratégia de emagrecimento.

Estudo publicado pela revista científica The Lancet este ano relata que a obesidade atinge uma a cada dez pessoas em nível mundial. Gerada por fatores metabólicos e de hábitos de vida cada vez mais inapropriados, o problema já é considerado uma epidemia.

Frente ao leque de procedimentos para conter o avanço da obesidade, o balão intragástrico – método endoscópico baseado na introdução de um balão de silicone que preenche parte do espaço do estômago destinado ao alimento-, é uma opção para auxiliar a perda de peso.

Proporcionando a redução do excesso de peso, o balão é parte de um programa de emagrecimento 360º, em que à nutrição balanceada, atividades físicas e bem estar, somam para que o indivíduo mantenha suas conquistas para toda a vida.

Tendo a nutrição como peça-chave, o programa mostra que é possível comer bem, de forma prazerosa, ainda que em menores proporções. O nutricionista especialista no tratamento com balão intragástrico, Gabriel Cairo, cita que nenhum método é milagroso, mas sim um impulsionador do emagrecimento. Por isso é preciso que o paciente assuma o compromisso de todo o programa, vendo os limitadores da alimentação não como um problema, mas um aliado para o seu objetivo de emagrecimento.

O tempo necessário para mudança de hábitos é o dobro do tempo de emagrecimento, período este chamado de vigia. Segundo Cairo, a maioria dos indivíduos não sabe a diferença entre fome, vontade e saciedade, o que é aprendido durante o processo de emagrecimento. Neste período, o paciente aprende a evitar, no longo prazo, o consumo de elementos hipercalóricos, como as gorduras saturadas, o álcool e refrigerantes. Em paralelo, é estimulado a consumir mais fibras, grãos, vitaminas, minerais e proteínas, enxergando neles não apenas uma obrigação, mas uma opção também saborosa.

O nutricionista conclui que “fome o paciente não sentirá. O que pode sentir é vontade de comer, muitas vezes por impulsão dos hábitos que vinha seguindo até então. Por isso o papel do nutricionista é importante para reorganizar a rotina alimentar, orientar a ingestão de alimentos mais saudáveis de uma forma sustentada, e até mesmo gostosa, para que este hábito seja levado para o resto da vida”.
Gabriel ainda destaca que o método do balão não causa desnutrição ou perda de vitaminas essenciais para o organismo, não sendo necessária reposição extra, via suplementos. “O programa alimentar dos portadores de balão é bem balanceado, contendo uma dieta rica em frutas, legumes e verduras, em doses fracionadas ao longo do dia”.

Os alimentos sugeridos dentro de proporções específicas, além de fontes de vitaminas, também desempenham papel funcional no programa, como os exemplos que profissional cita a seguir:

• Leite desnatado – ótima fonte para a suplementação óssea pela maior concentração de cálcio, também ajuda na sensação de saciedade. Tem baixo teor de gordura, que somado ao cálcio, auxilia no emagrecimento. O ideal é consumir pelo menos três copos por dia.
• Vitamina C – laranja/acerola etc. – tem efeito antioxidante e ajuda a eliminar a gordura.
• Aveia – rica em fibras solúveis, que auxiliam no funcionamento intestinal e posterga a fome.
Cairo salienta a importância de comer a cada três horas, completando pelo menos seis refeições diárias, de pequenas proporções, mastigando mais de 20 vezes cada porção. O objetivo é comer antes de sentir fome, digerir com mais facilidade e transmitir saciedade ao organismo a cada refeição.



Materia retirada de:http://www.melhoramiga.com.br/2011/07/emagrecimento-com-balao-intragastrico/

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dieta após colocação de balão gastrico

SABEMOS QUE MUITOS CLIENTES FICAM "PERDIDOS APÓS A COLOCAÇÃO DO BIB. POR ISSO COLOCAMOS ESSE LINK ABAIXO, ONDE VOCES PODERAM TER INFORMAÇÕES SOBRE A DIETA.



http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=21&ved=0CDcQFjAAOBQ&url=http%3A%2F%2Fwww.clisad.com.br%2Fhtdocs%2Fcontent%2Fservicos%2Fdocumentos%2Forientacoes_balao_intragastrico.pdf&rct=j&q=dieta%20apos%20balao%20intragastrico&ei=8UYWTsKQEsO_gQetw-0E&usg=AFQjCNEdIjDqcyNRZedbb9dBQLlm291Bcg&cad=rja

LASANHA LIGHT.


Ingredientes :

  • 6 a 8 folhas de lasanha
  • 2 berinjelas médias (cortadas no comprimento e grelhadas)
  • 250g de peito de peru light
  • 150g de mozarela ralada
  • 1 pote de queijo cottage ou queijo minas (bem picado)
  • 1 litro de creme de leite light
  • 1/2 litro de molho de tomate

Modo de Preparo:

Misture o creme de leite com o molho de tomate e reserve.
Monte a lasanha.
Coloque um pouco de molho no fundo e metade das folhas da massa da lasanha.
Alterne com a berinjela, o cottage e o peito de peru.
Coloque mais molho e faça outra camada de berinjela, o cottage e o peito de peru.
Vá fazendo as camadas até terminar.
Na última, antes de colocar o molho, coloque as outras folhas da massa da lasanha e o restante do molho por cima.
Salpique a mozarela e leve ao forno para gratinar.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sistema BIB™: Programa de Emagrecimento 360°

O Sistema BIB™ de emagrecimento começa com um balão intragástrico (dentro do estômago) de silicone flexível. O balão é inserido temporariamente no estômago, sem cirurgia, e vai criar a sensação de saciedade precoce e prolongada após as refeições - a base para o pontapé inicial da sua perda de peso.

Detalhes do procedimento

O balão é inserido desinflado por um procedimento endoscópico. Uma vez dentro do estômago, o balão é imediatamente enchido com solução salina esteril por um pequeno tubo de enchimento (cateter). O balão possui uma válvula autovedante e, após o enchimento, o cateter é cuidadosamente removido. Uma vez cheio, o balão será grande o suficiente para não sair do estômago.
O tempo do procedimento de colocação pode variar entre 20 a 30 minutos.
Imediatamente após a colocação, você recobrará a consciência, mas permanecerá na clínica para observação por um período de 1-2 horas. Depois disso, o médico vai lhe dar alta e você ficará sob os cuidados do seu acompanhante que deverá levá-lo para casa.
É possível que você tenha alguns efeitos colaterais como náuseas, vômito, inchaço, diarreia e cólicas durante os primeiros dias até que seu estômago se acostume com a presença do balão. Estes efeitos colaterais podem frequentemente ser controlados com medicação prescrita pelo seu médico.

Quanto custa colocar o Balão Intragástrico - BIB™?

O preço varia de acordo com a equipe médica escolhida pelo paciente. Ou seja, é necessário que o(a) paciente passe por uma pré‐avaliação com um médico especializado, e esse lhe indicará o tratamento mais adequado, assim como os valores e as formas de pagamento.

Como saber se posso usar o Sistema BIB™?

Milhares de pessoas no mundo já fizeram o tratamento com Balão Intragástrico - BIB™. São muitas pessoas sentindo-se leves!
Apesar de ser um procedimento simples, sem cortes e sem cirurgias, o sistema de Balão Intragástrico – BIB™ é um tratamento médico de uso temporário para redução de peso em pacientes obesos e, por isso, deve ser discutido com um profissional médico de sua confiança

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE O BALÃO INTRAGASTRICO.


Balão Intragástrico - BIB

  1. O que é o balão intragástrico - BIB?
O BIB é um balão intragástrico feito de silicone, colocado e retirado por endoscopia, preenchido com soro e azul de metileno, na proporção de 400 a 700ml, dependendo do tamanho do estômago do paciente.

  1. Quem pode usar o balão intragástrico para emagrecer?   
Somente o médico pode indicar o balão intragástrico, ou seja, somente após avaliação médica. Ele serve como auxiliar para perda de peso para pessoas obesidade grau 1. Outra indicação é para o superobeso que precisa emagrecer para alcançar condições clínicas mínimas para se submeter à cirurgia.

  1. Qual o procedimento de colocação e retirada do balão intragástrico?
Tanto a colocação quanto a retirada são feitas por meio de endoscopia com sedação e em ambiente ambulatorial ou hospitalar. O procedimento é o mesmo realizado para a detecção de  problemas no estômago, como úlcera, gastrite etc.

  1. Posso sentir o balão intragástrico no estômago?
A sensação varia de paciente para paciente. Durante o tratamento pode sim ocorrer de se sentir o balão intragástrico no estômago, mas depois de um curto período de tempo se acostumará com a sensação. Lembrando que após a colocação do balão intragástrico a pessoa pode prosseguir normalmente com as atividades do dia-a-dia, inclusive exercícios físicos.

  1. Como o balão intragástrico ajuda a pessoa a emagrecer?
Após a colocação ele passa a ocupar um espaço no estômago, provocando uma sensação de saciedade precoce. Assim a pessoa come bem menos se sente satisfeita mais rapidamente com a quantidade de comida ingerida.

  1. Com o que se enche o balão intragástrico?
O balão intragástrico é preenchido de 400 a 700ml com uma solução de soro fisiológico e azul de metileno estéreis (este que serve como marcador para que qualquer possível vazamento possa ser detectado facilmente).

  1. É possível o balão intragástrico se romper dentro do estômago?
Nunca foi registrado nenhum caso em que o balão intragástrico tenha se rompido dentro do estômago de um paciente, porém existe uma pequena possibilidade de ocorrer, como num acidente, socos ou agressões na região do estômago.

Embora seja extremamente rara, existe a possibilidade, mas qualquer vazamento é facilmente detectado pela presença do azul de metileno na urina do paciente. É bom destacar que o soro fisiológico e o azul de metileno que servem como preenchimento do balão intragástrico, não causam danos à saúde.

  1. Caso haja o vazamento o que deve ser feito?
Nesse caso, deve-se procurar o médico que realizou o procedimento para que seja feita a  retirada do balão intragástrico em até 24 horas.

  1.  Quais são os efeitos colaterais do balão intragástrico?
Nas primeiras 72 horas após a colocação do BIB – balão intragástrico é comum que se sinta enjôo e desconforto abdominal. Isso acontece porque o organismo precisa se adaptar à presença do balão intragástrico. Após esse período de adaptação, o usuário não deve sentir desconforto e pode prosseguir normalmente com as atividades do dia-a-dia, inclusive exercícios físicos, indicados pelo médico. Existem casos em que se faz necessária a internação do paciente para controle dos efeitos colaterais, para hidratação intravenosa.

  1.  Quem coloca um balão intragástrico precisa tomar algum tipo de remédio?
Sim, durante toda a permanência do balão intragástrico, é preciso controlar a acidez do estômago com o uso constante de medicação específica indicada sempre pelo médico que acompanha o tratamento.

  1.  Quanto tempo uma pessoa pode ficar com o balão intragástrico dentro do estômago?
O prazo máximo de permanência do balão intragástrico dentro do estômago é de seis meses.

13.  Após o tratamento de seis meses, caso o paciente queira colocar outro balão intragástrico, é possível?
Sim, caso o paciente queira colocar outro balão intragástrico após o término do tratamento, é necessário um período de resguardo - definido pelo médico – para colocar outro.

Os resultados não se comparam, pois são tratamentos diferentes. Lembrando que os resultados dependem da aderência do paciente ao tratamento escolhido.

  1.  Depois da retirada do balão intragástrico, a pessoa volta a engordar?
A manutenção do peso, independente do método que se escolha para o emagrecimento, depende de disciplina. O ideal é que, durante os meses de tratamento com o BIB - balão intragástrico, a pessoa siga orientações de profissionais (Endocrinologistas, Nutrólogos, Nutricionistas) para uma reeducação alimentar e, adquira hábitos mais saudáveis de alimentação, bem como atividades físicas, pois é isso que vai garantir a manutenção do peso depois da retirada do balão intragástrico.

16.  É preciso fazer acompanhamento médico durante o tratamento? Com quem? Quantas vezes? Por quê?
Enquanto a pessoa estiver com o balão intragástrico, ela precisa sim de um acompanhamento multidisciplinar que faz parte do tratamento. Isso inclui acompanhamento profissional na área: nutricional, endocrinológico, psicológica e de atividade física. A equipe médica é quem determinará a frequência desse acompanhamento, pois o apoio da equipe, aliado a aderência do paciente é de extrema importância para o melhor resultado do tratamento.

  1.  Qual o tempo de internação para colocação do balão intragástrico?
É uma endoscopia digestiva, por isso o paciente deve ser sedado por médico Anestesista, ficando no Hospital ou Clínica por aproximadamente meio dia.

18.  Porque o mínimo para encher o balão intragástrico de soro é de 400ml e o máximo é de 700ml?
Foram feitos estudos de eficácia do tratamento e resistência do silicone, por isso o volume mínimo e máximo.