terça-feira, 29 de junho de 2010

Manga gastrica - novas cirurgia para perda de peso.

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Esta claramente estudiado y establecido que el tratamiento médico (no quirúrgico) para el manejo de la obesidad severa tiene una tasa de fracasos del 80% aproximadamente. Esto quiere decir que la persona con un Índice de Masa Corporal (IMC) mayor a 35, con tratamientos como dietas, ejercicio, drogas, mesoterapia, acupuntura o cirugía estética, van a fracasar en su intento de bajar de peso en forma significativa y que lo puedan mantener.

Desde mediados de los años 50 se han venido desarrollando diferentes técnicas quirúrgicas para poder dar una solución definitiva a esta enfermedad y es así como se fueron desarrollando y purificando técnicas como son el By Pass Gástrico que, hoy por hoy se considera el “Gold Standard” en el manejo de la obesidad severa y es esta técnica la mas utilizada por mi grupo en el manejo de la obesidad. Pero si es cierto que esta técnica es altamente efectiva, también es cierto que de todas las técnicas quirúrgicas es la que más riesgo tiene de complicaciones serias. La tasa de complicaciones serias del By Pass Gástrico esta en alrededor del 2-5% en manos experimentadas. La complicación más temida es la fístula de la gastro-enteroanastomosis, que quiere decir que en el sitio donde se une el pequeño estómago con el intestino se puede originar un pequeño orificio, por donde se saldría el contenido intestinal. A consecuencia de esta fístula se puede presentar un absceso intra-abdominal o peor aun una peritonitis generalizada que como es bien sabido por todos es una complicación grave.

A pesar de ser una cirugía altamente efectiva y probablemente la cirugía más recomendada para el paciente con obesidad severa, hay pacientes que con buen criterio deciden NO correr el riesgo de estas complicaciones y prefieren un procedimiento un poco menor, pero con mucho menos riesgo de complicaciones, y es aquí donde entra esta nueva técnica quirúrgica llamada MANGA GÁSTRICA, o Tubo Gástrico, en ingles Sleeve Gastrectomy.

La Manga Gástrica es un procedimiento puramente restrictivo, lo que quiere decir que es un procedimiento por el cual el paciente va a comer mucha menor cantidad de alimento.

La Manga Gástrica consiste en una cirugía laparoscópica donde con la ayuda de una maquina auto-suturadora, se practica una resección de la parte más distensible del estómago, dejando un tubo gástrico delgado, en la zona que este órgano tiene 3 capas musculares y por ende es la parte menos distensible del estómago.

Usted puede imaginarse el estómago como un globo infantil de fiesta. Entre más aire tenga en su interior, más fácil de inflar es. Lo mismo pasa con el estómago. Entonces lo que buscamos con la cirugía es resecar la parte más distensible del estómago de tal suerte que el paciente pueda seguir comiendo, pero en mucha menor cantidad.

Pero no solamente funciona la Manga Gástrica por el simple mecanismo restrictivo. En esta cirugía al igual que en el by pass gástrico, son los únicos procedimientos donde una hormona reguladora del apetito, la ghrelina, se disminuye notoriamente, provocando que el paciente no tenga tantas ganas de estar comiendo.

Las ventajas reales de la Manga Gástrica son varias: La primera que es un procedimiento que se realiza por laparoscopia, segundo que no se dejan cuerpos extraños ni aditivos especiales en el interior, tercero que no se altera en nada la fisiología del estómago y finalmente que es un procedimiento que se puede realizar en pacientes con IMC elevados (mayor de 35) al igual que pacientes con IMC menores como por ejemplo de 32-35.

La recuperación es muy rápida, requiere solamente 2 días de hospitalización y el re-inicio laboral se puede llevar a cabo a partir de 5-7 días.

Definitivamente esta es una novedosa técnica quirúrgica que amerita explorarse cuando se entiende y se decide un manejo definitivo de la enfermedad denominada obesidad

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A Relação Entre o Excesso de Peso, a Produtividade e os Gastos Médicos de Trabalhadores

Artigo publicado na revista Preventive Medicine, v.50 , pág 246–250, 2010.



Autores: Jouni Lahti , Mikko Laaksonen, Eero Lahelma, Ossi Rahkonen Department of Public Health, University of Helsinki, Finland

A obesidade está associada com comprometimento crônico da saúde, incluindo tipos de câncer, diabetes tipo 2, doenças do coração, derrame, pressão alta, colesterol alto e distúrbio do sono. O gasto médico médio relacionado com a obesidade foi estimado a 147 bilhões de dólares no ano de 2008 nos Estados Unidos.

Um estudo realizado em várias empresas, com indivíduos de diversas profissões dos Estados Unidos, observou o uso de cuidados médicos e a produtividade anual dos trabalhadores, através de suas visitas ao médico, visitas ao departamento emergencial, hospitalizações, absenteísmo (dias de ausência no trabalho) e presenteísmo (dias com presença no trabalho com perda de produtividade).

O trabalho mostrou que indivíduos obesos apresentaram 20% mais visitas ao médico em relação aos trabalhadores com peso normal [Intervalo de confiança (IC) 16%, 24%, P<0,01] e 26% maior visita ao departamento emergencial (IC 11%, 42%, P<0,01). Trabalhadores obesos também tiveram maior propensão a serem hospitalizados que trabalhadores com peso normal (IC -0,411, P<0,01). O presenteísmo foi de 10% e 12% maior para trabalhadores com sobrepeso e obesidade, respectivamente, em relação aos que tinham peso adequado (IC 5%, 15% e 5%, 19%, total P<0,001) e tanto indivíduos com sobrepeso quanto obesos apresentaram maiores chances de se ausentarem no trabalho (IC = -0,149, P=0,01; IC=-0,371, P=0,01, respectivamente).

Considerando esses fatores, os custos foram maiores entre os trabalhadores obesos. Estes apresentaram custo individual de $51 em visitas ao médico, $70 em visitas ao departamento de emergência, $308 em absenteísmo e $215 em presenteísmo (total= $ 644). Já para trabalhadores com sobrepeso o valor total foi de $201.



Desse modo, pode-se observar que o peso em excesso traz um impacto negativo sobre os gastos financeiros das empresas, o que requer a criação de programas para impedir o sobrepeso e obesidade nos locais de trabalho, a fim de beneficiar a saúde e rendimento dos trabalhadores, como também rentabilidade nos locais de trabalho com melhor produtividade e manutenção da saúde.

sábado, 12 de junho de 2010

Estudo verifica aumento de pré-diabetes entre adolescentes

Pesquisa do Grupo de Estudos da Obesidade (GEO) do Departamento de Biociências da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), desenvolvido no CEPE (Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício), com 29 participantes pelo período de um ano identificou que 64% dos adolescentes obesos participantes do Programa de Intervenção Interdisciplinar em Obesidade em 2009 apresentavam resistência insulínica.

O complicador, nestes casos, é o excesso de tecido adiposo, que produz substâncias inflamatórias que inibem a ação da insulina, gerando um quadro de resistência. Como a insulina é um hormônio que possibilita que as células captem glicose para gerar energia para todas as atividades, a resistência insulínica pode, com o passar do tempo, levar ao desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Estes adolescentes, se portadores de dislipidemia e diabetes, terão ainda mais chances de desenvolver aterosclerose na fase adulta, uma doença crônica e progressiva caracterizada pela formação de placas de gordura na artéria carótida, que podem levar a acidente vascular cerebral (AVC).

Boas notícias

Embora o estágio considerado pré-diabetes tenha sido verificado em mais da metade dos adolescentes durante o estudo, este índice foi reduzido para 17% por meio da prática de exercício físico três vezes por semana, intervenções nutricionais e psicológicas em grupo uma vez por semana, e individuais nos casos mais graves, além de consultas médicas com endocrinologista uma vez por mês.

De acordo com Priscila Sanches, mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Unifesp, “o principal objetivo do projeto foi verificar se o tratamento interdisciplinar em jovens obesos poderia melhorar o perfil inflamatório e alguns marcadores assintomáticos de aterosclerose”.

Isso significa que as mudanças comportamentais e alimentares são sim capazes de contribuir não apenas para a prevenção, mas também para a redução da resistência insulínica, que por sua vez pode levar a problemas ainda mais sérios.

No entanto, sendo a obesidade uma doença multifatorial, problemas com a alimentação não são causa única. Sedentarismo, desequilíbrio psicológico, problemas emocionais e fatores genéticos também contribuem com a doença, alerta Priscila. “A medida mais urgente é a conscientização da população de que a obesidade é doença e precisa ser tratada”, adverte.

O estudo

O estudo desenvolvido no CEPE é realizado de forma integrada entre as áreas de saúde e, atualmente, engloba 10 teses, sendo cinco de mestrado e cinco de doutorado, todas pela Unifesp.

Os 29 adolescentes participantes do estudo possuíam IMC (índice de massa corporal) maior ou igual a 30 kg/m2 e com o tratamento interdisciplinar perderam de 10kg a 35kg.

De acordo com Priscila, 64% da população destes jovens apresentavam resistência insulínica ao início do estudo. Além disso, foram encontrados adolescentes com hipertensão arterial, dislipidemias, doença hepática não alcoólica, além de sinais precoces e assintomáticos de aterosclerose.

Até o final do programa, nenhum dos 41% dos participantes que apresentaram pressão arterial alta no início permanecia com o problema. A incidência de dislipidemia também foi bastante reduzida, presente em 10% dos jovens, contra os 17% iniciais.

Mesmo com estes resultados animadores, estes adolescentes serão acompanhados ainda por mais dois anos. “Não é possível fazer previsões sobre os resultados, mas já é possível notar que os jovens que recebem o apoio da família conseguem manter esse novo estilo de vida por mais tempo do que os que não recebem”, conclui Priscila.

Referência(s)

CEPE - Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício. Disponível em http://www.centrodeestudos.org.br/cenesp.html. Acessado em 05/04/2010.

Obesidade e diabetes. Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em: http://www.diabetes.org.br/mais-informacoes/419-obesidade-e-diabetes. Acessado em 07/04/2010.

Da obesidade ao diabetes. Pesquisa FAPESP. Disponível em http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=1996&bd=1&pg=1&lg=. Acessado em 07/04/2010.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Gol Contra da FIFA na Luta Antiobesidade

O Fundo Mundial para a Pesquisa do Câncer (WCRF, na sigla em inglês) chamou de “gol contra” da FIFA o fato de a entidade ter fechado acordos de patrocínio para a Copa do Mundo com empresas que vendem produtos não saudáveis, “como Coca-Cola, McDonald’s e Budweiser”. A crítica vem acompanhada de preocupação pelas evidências “que mostram que a publicidade de alimentos e bebidas não saudáveis, particularmente na TV, pode ser uma causa da obesidade infantil”, afirmou Teresa Nightingale, gerente geral do WCRF e porta-voz das críticas.
Segundo o comunicado distribuído à imprensa britânica, “o WCRF acha que o torneio deveria ser uma oportunidade de promoção de um estilo de vida ativo e saudável, principalmente entre as crianças”. E prossegue: “ter estas empresas como patrocinadoras ou sócias da Copa do Mundo significa que milhões de crianças estarão expostas a campanhas publicitárias de alimentos e bebidas não saudáveis”.

O fundo mundial de pesquisa baseia suas críticas em estudo que publicou em 2007 – considerado a pesquisa mais ampla já realizada sobre alimentação, exercícios e a prevenção do câncer – que revelou vínculo entre o risco de câncer e estilo de vida.

A gerente geral do WCRF segue afirmando que “não há dúvida de que o futebol é uma boa ferramenta no combate à obesidade infantil, por ser uma forma de atividade acessível a todas as pessoas”.

Aposta no Futuro
Teresa Nightingale acrescenta, porém, que uma medida que poderia favorecer a saúde pública mundial seria “se a FIFA assumisse a dianteira anunciando que no futuro não terá empresas que comercializem produtos não saudáveis como sócios ou patrocinadores”.

Ela lembra que “o presidente da FIFA, Sepp Blatter, apoiou a campanha de Michele Obama contra a obesidade, dizendo em comunicado que ‘o esporte em geral e o futebol em particular podem ajudar a combater este problema’. E encerra: “o WCRF pede agora à FIFA que confirme estas palavras com ações firmes em futuros acordos de patrocínio”.

terça-feira, 8 de junho de 2010

FDA Lança Alerta sobre Orlistat

A Food and Drug Administration – órgão que controla alimentos e bebidas nos EUA – acaba de alertar os profissionais de saúde e consumidores sobre a ocorrência de 13 casos graves de danos hepáticos em pacientes que fazem uso de orlistat, substância utilizada em medicamentos contra a obesidade. O comunicado informa que 12 dos casos citados foram registrados fora dos Estados Unidos.

Apesar do pequeno número de ocorrências até agora, o comunicado do FDA determinou que as advertências nas bulas dos medicamentos que usam orlistat passem por uma revisão. Foram citados o Xenical, da Roche, e o Alli, da Glaxo Smith Kline. Segundo informações do FDA, em torno de 40 milhões de pessoas em todo o mundo fazem uso do orlistat e apenas esses casos de danos hepáticos foram registrados.

O alerta do FDA, no entanto, diz também que a relação causa-efeito entre o consumo de orlistat e os danos detectados nos 13 pacientes não está completamente comprovada. De qualquer maneira, a entidade acha importante que as pessoas que usam esses medicamentos sejam informadas de que os casos de danos hepáticos, embora raros, foram notificados.

O alerta ainda informa que o FDA, antes de aprovar a medicação para comércio e uso nos EUA, considerou os resultados obtidos em mais de sete ensaios clínicos, com participação de centenas de pessoas acima do peso. Após analisar os estudos, foi concluído que seus benefícios superam os riscos.

A Dra. Rosana Radominski, presidente da ABESO e membro do Departamento de Tratamento com Medicamentos da entidade, acha que é um número baixo de efeitos adversos. “Esses registros fazem parte de um estudo pós-marketing, com dez anos de acompanhamento. Com mais de 40 milhões de pacientes usando orlistat, pode-se considerar que a incidência de dano hepático foi extremamente baixa. Além disso, a relação causa-efeito ainda não foi comprovada, pois esses 13 pacientes estavam usando também medicações que podem interferir no metabolismo hepático”, explica a especialista.

“Ao considerar que o orlistat não é absorvido pelo organismo e pelas raras incidências, não há necessidade para pânico. No entanto, é importante que ninguém use medicação para emagrecer sem antes consultar um endocrinologista. Quem já usa o orlistat pode procurar seu médico para esclarecer dúvidas”, recomenda Dra. Rosana.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Procura-se Voluntários para Perder Peso

A oportunidade é boa para quem vive na Baixada Santista, SP, tem entre 15 e 60 anos , pesa de 80 a 150 Kg e deseja emagrecer. É que o Grupo de Estudos da Obesidade da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo – abriu recrutamento de voluntários para participar de um programa gratuito antiobesidade, com noções e estímulo para que o paciente implemente mudanças no seu estilo de vida. Serão oferecidas orientações clínicas, nutricionais, psicológicas e de exercícios físicos.

Segundo as normas do programa, os voluntários devem ter disponibilidade de tempo para participar de todas as atividades propostas. Elas serão oferecidas no período da tarde ou início da noite, três vezes por semana, durante o segundo semestre de 2010.

Quem se interessar, deve fazer contato pelo telefone (13) 9740-2151, ou pelo e-mail triagem.unifesp@gmail.com, ou ainda comparecer pessoalmente à Avenida Ana Costa, 95, Vila Mathias, Santos, SP. As inscrições estão abertas de 31 de maio a 30 de julho, somente às terças-feiras (das 9h às 12h) e quintas-feiras (das 9h às 16h30m).