segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O BRASIL NA BALANÇA


Ao longo das últimas três décadas, o Brasil tem passado por uma transição nutricional. Ao mesmo tempo em que os índices de desnutrição na população diminuem, os de obesidade se multiplicam. A doença já atinge 11% da população, de acordo com dados do Ministério da Saúde, e se hábitos não forem revistos, o número de obesos pode crescer ainda mais, já que mais de 40% dos adultos tem sobrepeso.


Manter-se no peso saudável e ficar longe das gordurinhas desnecessárias, significa equilibrar a quantidade de calorias ingeridas com a quantidade de calorias queimadas pelo corpo. Quando essa combinação se desestabiliza e a quantidade de calorias ingeridas ultrapassa as queimadas, ocorre um acúmulo no tecido adiposo sob a forma de gordura. Se esse processo torna-se cumulativo, com o passar do tempo desenvolve-se a obesidade. “A pessoa com sobrepeso já deve se preocupar, porque o ganho de peso pode evoluir rapidamente, principalmente naquelas pessoas que já têm fatores de risco, como casos antecedentes na família”, afirma o Dr. João Eduardo Salles, secretário geral da ABESO.


Pensando nisso, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, ABESO, com o apoio do laboratório farmacêutico, Germerd Pharma, está desenvolvendo a Campanha de Combate à Obesidade, que pretende esclarecer quais os riscos da doença, como tratá-la, e as medidas que devem ser tomadas para prevení-la. A associação entende que medidas preventivas são as formas mais eficientes de combate à doença, e por isso é essencial a realização de campanhas que alertem a população.


O excesso de gordura no corpo desencadeia e piora uma série de problemas de saúde que poderiam ser evitados, a partir de um estilo de vida saudável. A taxa de mortalidade entre homens muito obesos de 25 a 40 anos, por exemplo, é 12 vezes maior se comparada à taxa de mortalidade em indivíduos de peso normal. Associada a variáveis ambientais, genéticas e comportamentais, a obesidade é um fator de risco indiscutível para várias doenças. Diabetes tipo 2, hipertensão arterial, alteração nos níveis de colesterol, infarto do miocárdio, derrame cerebral, tromboses, problemas ortopédicos e dermatológicos, são apenas alguns exemplos do que a doença pode causar. A boa notícia é que a perda de peso, na maioria dos casos, leva à cura ou ao controle, como na diminuição do colesterol ou na redução da glicose no sangue.


Além disso, os obesos também são discriminados e, muitas vezes, sofrem de falta de autoconfiança. Perturbações emocionais como a ansiedade ou a depressão aparecem freqüentemente associadas à ingestão excessiva de alimentos e podem também ser causadas pela obesidade.


Apesar de ser uma necessidade, a decisão de perder peso pode não ser fácil. “O mais importante para o paciente é compreender que ele precisará mudar seus hábitos de vida para sempre”, explica o Dr. João Eduardo Salles, da ABESO. Após emagrecer, o paciente terá de passar o resto da vida de olho na balança, por isso, o ideal é que a doença seja combatida antes mesmo de se manifestar. Além disso, é importante que o paciente tenha um acompanhamento multidisciplinar, incluindo tratamento médico, nutricional e, algumas vezes, psicológico. No entanto, mais indicado do que o tratamento é a sua prevenção, evitando o desenvolvimento da obesidade logo na infância. Hábitos alimentares saudáveis e uma vida menos sedentária certamente são prioridades para fazer com que a população diminua seus índices de obesidade.


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Alimentação no homem a partir dos 50 anos


1 - O que muda no metabolismo do homem a partir dos 50 anos?
É certo que com o passar dos anos, o organismo diminui sua atividade, com isso ocorre a redução do metabolismo.
As principais alterações metabólicas são: diminuição do gosto e olfato e próteses dentárias - dificultando a percepção de sabores e mastigação, diminuição de saliva - dificultando a deglutição, diminuição da mobilidade intestinal, diminuição de enzimas digestivas (lípase, amílase e pepsina), as necessidas energéticas diminuem, bem como o metabolismo basal, a absorção de certos nutrientes e o volume de água armazenado no organismo, também vai reduzindo aos poucos.

2 - O que o homem com mais de 50 que quer cuidar de sua alimentação deve fazer? Esses cuidados mudam aos 60 e aos 70?
Em ambas as faixas etárias, a dieta deve ser equilibrada, respeitando as necessidades energéticas individuais devem ser respeitadas e seguidas (em termos de carboidratos, proteínas e gorduras). Uma atenção especial ao consumo de alimentos fontes de vitaminas e minerais é essencial, pois esses nutrientes, atuam na regulação de diversas funções do organismo, agindo como antioxidante e prevenindo o envelhecimento e aparecimento de doenças.
Dois fatores importantes que devem ser considerações é a apresentação da refeição (cor, sabor, aroma e textura), bem como a prática de atividade física que estimula o fortalecimento de ossos e músculos, facilita o trânsito dos alimentos e sua eliminação, além de combater a depressão e envolver o indivíduo ao ambiente social.
Com o avanço da idade, há redução na sensação de sede, dessa forma para evitar uma desidratação é importante que um indivíduo normal bebe 1,5 de água (líquidos) todos os dias, mesmo se não estiver com sede.

3 - Há alimentos que precisam ser retirados? Quais e por quê?
Não é a questão de retirar alimentos, mas sim de ajustar as quantidades adequadas para as necessidades específicas. Não existe alimento bom ou ruim, mas sim excesso de alimentos que podem gerar algum prejuízo. Em caso do indivíduo possuir alguma patologia, a alimentação será analisada com detalhe e é possível que algum alimento seja retirado e/ou reduzido por um período específico.

4 - Há alimentos que devem ser consumidos em maior quantidade? Quais e por quê?
Vou abordar os nutrientes mais importantes:

Vitaminas B6, B12 e ácido fólico - essas vitaminas são absorvidas por enzimas digestivas presentes no suco gástrico, cujo volume diminui com a idade. Formigamento nas pernas, perda de memória e alguns desarranjos mentais e neurológicos podem ser sintomas da carência desses micronutrientes que atuam no sistema nervoso.

Zinco, vitamina B2 - apatia, insegurança, debilidade e má assimilação dos alimentos são sintomas da falta de vitamina B2, também chamada de riboflavina. A falta de zinco implica perda do paladar, falta de apetite e cicatrização lenta.

Vitamina E - um poderoso antioxidante, evita que os radicais livres se liguem às membranas das células causando doenças e envelhecimento. Presente no gérmen de trigo, castanhas, nozes e óleos vegetais.

Betacaroteno - é uma forma de pré-vitamina A presente em todos os alimentos amarelo-alaranjados. Antioxidante, preserva e renova a pele e a visão.

Licopeno - está associado a prevenção de câncer de próstata (fontes: tomate, goiaba, melancia).

Fibras - colaboram na motilidade intestinal, controle de colesterol e glicemia.

Água - essencial para melhorar o trabalho de rins e intestino, eliminando toxinas e protegendo os músculos e as articulações. A falta de água pode causar, além de desidratação, fadiga e má absorção das vitaminas hidrossolúveis (C e complexo B). Beba água sempre; não espere pela sede, que já indica um estado de desidratação.



retirado de: Jornal Agora SP - Grupo Folha - São Paulo, 25 de fevereiro de 2009.

SOPAS INSTANTANÊAS


No inverno, as sopas são sempre bem-vindas e as sopas instantâneas podem ser uma alternativa para quem não tem muito tempo para cozinhar ou se alimentar, pois além de práticas e fáceis de armazenar, normalmente contêm poucas calorias. Basta ferver água e acrescentar o pó, sendo uma boa opção para levar para o trabalho ou para consumir rapidamente no intervalo de refeições.


Cada vez mais, as opções de sabores e variedades estão aumentado. Mas veja na tabela a seguir que algumas opções contêm mais gorduras que outras, apesar do número de calorias ser parecido. E muitas vezes, sabores que parecem mais calóricos ou mais ricos em gorduras por causa dos ingredientes, na verdade são mais light que outros. Como exemplo disto veja a sopa de champignon. Apesar de menos calórica que a de frango com requeijão contém 50% a mais de gorduras. Portanto, olho no rótulo.


Claro que uma sopa feita em casa, com ingredientes frescos e nutritivos não tem comparação, mas às vezes é preciso recorrer a estes alimentos. Uma boa opção é acompanhar estas sopinhas com um sanduíche nutritivo feito com pão integral, frios a base de aves, hortaliças como alface, tomate, cenoura, beterraba e laticínios light.
Outra opção, são as sopas de pacote com 0% de gordura e menos sódio, além de não conterem conservantes. Você encontra, por exemplo, carnes ou galinha com macarrão com vegetais ou até cremosas de champignon. Seu preparo difere do preparo da instantânea, pois é preciso colocar o pó em água e levar ao fogo até encorpar, no caso das cremosas ou amolecer quando se utiliza vegetais e macarrão. É uma alternativa interessante, pois o grande problema do produto industrializado é a quantidade de sódio, presente nestes produtos. A média é de 55 calorias por porção

TABELA DE INDICE GLICEMICO


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

TRATAMENTO DA OBESIDADE


Desde que a obesidade vem sendo tratada como doença e, mais recentemente, como epidemia, diversas alternativas terapêuticas vêm sendo intensamente estudadas especialmente no mundo ocidental. Além da conduta dietética propriamente dita, a cirurgia bariátrica e a farmacoterapia têm sido continuamente testadas. Pesquisadores tentam também melhorar as técnicas de terapia comportamental (ou cognitiva) nos últimos anos, com o objetivo de modificar o hábito alimentar de maneira efetiva e duradoura.


Todas essas estratégias têm o objetivo de reduzir em pelo menos 5 a 10% do peso corpóreo, o que é geralmente acompanhado por diminuição significativa em fatores de risco como a dislipidemia, a pressão arterial, o diabetes, a glicemia e outros .


Portanto, apesar de aparentemente modesta, a meta de perda de 5 a 10% é realista e valiosa, uma vez que reduz a morbidade da obesidade.A cirurgia bariátrica é recomendada especialmente para obesos mórbidos e resulta classicamente em perda de 20 a 45% do peso pré-tratamento. A farmacoterapia leva de 5 a 10% de redução do peso, mas a massa corporal volta a aumentar quando a medicação é interrompida. A terapia comportamental, quando associada a dieta hipocalórica, pode ajudar o paciente a perder até 10% de seu peso corpóreo . Painot e colaboradores apontam que o objetivo inicial dos tratamentos cognitivos-comportamentais (ou seja, dessa terapia usada isoladamente, sem apoio de dieta nem tratamento farmacológico ou cirúrgico) é fazer com que os pacientes deixem de usar dietas muito rígidas e diminuir seu anseio por emagrecer — uma conduta claramente desenhada para os doentes com compulsão alimentar, como os bulímicos, e que os faz, no médio prazo, perder a vontade de emagrecer.


Combinar essa terapia cognitiva-comportamental com um programa de reeducação alimentar faz, segundo esses autores, com que o obeso consiga controlar a própria alimentação sem usar dietas restritivas que possam aumentar sua ansiedade e, como num ciclo vicioso, fazê-lo comer mais .A estratégia de se combinar terapia com uma dieta em que apenas o teor de gordura era restrito fez com que Painot e colaboradores conseguissem manter a motivação para emagracer entre seus pacientes .


O principal mecanismo apontado como responsável pelo fracasso na manutenção do peso perdido é justamente a falta de motivação: o obeso não consegue alcançar seu objetivo inicial — especialmente quando a meta é muito ambiciosa — nem enxergar os benefícios da perda. Isso faz com que deixe de se esforçar e passe a negligenciar sua reeducação alimentar, retornando a antigos hábitos de ingestão alimentar acima do necessário. Cooper e Fairburn propõem que uma nova conduta seja adotada: primeiro, que seja incentivada a valorização da perda de peso.


Segundo, que a manutenção do peso perdido, mais do que a perda de peso em si, seja encorajada. Terceiro, que o hábito seja modificado e os pacientes consigam identificar processos cognitivos associados aos comportamentos inadequados .Nessa linha de pensamento, dois estudos recém-publicados, um sueco e um suíço, provaram que a integração da terapia comportamental com a dieta, em programas multidisciplinares, resulta em perda de peso e também em modificações do comportamento alimentar e da auto-imagem . Os pacientes sujeitos a esses programas terapêuticos aprendem a identificar, dia a dia, quais são os comportamentos que podem levar ao ganho de peso, quais são os elementos do cotidiano disparadores da fome e da compulsão alimentar e como devem se comportar frente a esses desafios


. Assim, ao menos teoricamente, tendem a ser capazes de manter o peso por mais tempo, contanto que mantenham a motivação.A proposta de programas multidisciplinares de perda de peso que incluem não apenas as dietas restritivas mas também o acompanhamento psicológico veio como resposta aos resultados tímidos das terapias dietéticas restritivas isoladas. As dietas hipocalóricas tendem a controlar o balanço energético por um determinado período de tempo, mas sem necessariamente considerar aspectos psicológicos do paciente que podem levar à recuperação do sobrepeso em médio e longo prazo.


Os programas terapêuticos que tentam influir no comportamento do paciente têm como objetivo prevenir o fracasso da dieta, ao mesmo tempo em que permitem que profissionais qualificados façam o diagnóstico de distúrbios alimentares específicos, muitas vezes associados à obesidade. Trata-se de importante e promissora linha de pesquisa, que ainda tem por provar seus resultados a longo prazo.
disponivel em: www.nutritotal.com.br

FEIJÃO E SOJA: ajudam na perda de peso?


Feijão e soja são alimentos ricos em nutrientes, pois contêm proteínas vegetais, carboidratos complexos, fibras dietéticas, fitoquímicos (especialmente as isoflavonas derivadas da soja) e minerais essenciais para a saúde. Por outro lado, contêm baixo teor de gordura saturada e sódio, além de não conterem colesterol. Os principais nutrientes encontrados nestes alimentos estão mostrados na tabela abaixo.É importante salientar que a inclusão de feijão e soja na dieta é uma excelente estratégia para aumentar o consumo de fibras dietéticas.

A presença de fibras é essencial em dietas de emagrecimento, pois atenuam a ingestão alimentar e o ganho de peso corporal. Sobrepeso e obesidade, quando o peso corporal é maior que o considerado saudável para a respectiva altura, predispõem o indivíduo a doenças e outros problemas de saúde, tais como hipertensão, dislipidemia, diabetes mellitus tipo 2, doenças coronarianas, acidente vascular cerebral, disfunção da vesícula biliar, osteoartrite, apnéia do sono, problemas respiratórios e alguns tipos de câncer.

As fibras dietéticas solúveis e insolúveis, presentes nestes alimentos, também contribuem para a manutenção do nível glicêmico e para a melhora da sensibilidade à insulina. Cabe ressaltar que ambos (feijão e soja) apresentam baixo índice glicêmico, relevante na prevenção e tratamento de diabetes e obesidade.

Além das fibras, o feijão e a soja também são fontes de proteínas, que parecem exercer maior efeito sobre a saciedade do que os carboidratos e gorduras, porém ainda há controvérsias.

A ingestão de proteína associada ao exercício físico regular pode favorecer a formação de massa muscular, que por sua vez, aumenta o gasto energético, favorecendo o emagrecimento. Estudos experimentais e clínicos têm mostrado os efeitos favoráveis da proteína da soja sobre a prevenção e tratamento da obesidade, já que estes benefícios são pouco conhecidos e seu consumo é baixo pela população brasileira, ao contrário do feijão .

No entanto, o consumo excessivo de proteína deve ser evitado, pois pode desencadear doenças renais, especialmente em indivíduos obesos, já propensos ao desenvolvimento do problema.Em particular, o feijão contém uma glicoproteína chamada de faseolamina que inibe a ação da enzima alfa-amilase e conseqüentemente a conversão dos carboidratos em glicose. Este efeito de reduzir a absorção de glicose diminui a ingestão energética resultando em menor ganho de massa corporal. Além disso, este efeito auxilia a manutenção dos níveis normais de glicose .Por outro lado, um dos principais fitoesteróis encontrados na soja são os isoflavonóides.

O concentrado de soja contém alto teor de isoflavonóides, porém a quantidade deste componente da soja apresenta variação conforme região de cultivo, armazenamento e processamento industrial . A genisteína é um isoflavonóide responsável pela inibição da enzima alfa-glicosidade. O bloqueio da ação desta enzima retarda a digestão de carboidratos no trato intestinal, reduzindo a hiperglicemia pós-prandial e o nível de insulina plasmática, de forma similar a faseolamina . Além disso, a genisteína tem efeito redutor de lipídios plasmáticos, especialmente na presença de hipercolesterolemia . Portanto, os isoflavonóides podem prevenir doenças crônicas não-transmissíveis especialmente por reduzir glicose e lipídios plasmáticos que, por sua vez atuam como agentes protetores contra doenças coronarianas, diabetes mellitus e obesidade .

Assim, o consumo de feijão e soja parece ser favorável na promoção da saúde, redução de peso e prevenção da obesidade, desde que associados a bons hábitos alimentares e exercícios físicos regulares. É importante salientar que estes alimentos devem ser consumidos com moderação dentro de uma dieta balanceada e que sua preparação não deve conter alimentos ricos em gordura saturada, que aumentam o valor calórico e predispõem à doenças cardiovasculares.

Retirado de http://www.nutritotal.com.br/newsletter/?acao=bu&id=317

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A OBESIDADE E O SOBREPESO ATRAPALHAM A SUA VIDA?




Na sociedade moderna o excesso de gordura corporal vem afetando cada dia mais a qualidade de vida dos indivíduos e sua prevalência tem aumentado de forma assustadora
Com isso os profissionais da Clínica Rolfsen se especializaram em dois dos maiores meios para obter a perda de peso, sendo um a colocação do balão intragástrico e outro a banda gástrica ajustável.
A Clínica Rolfsen já vem desenvolvendo este trabalho em Araraquara e Sorocaba e este ano foi inaugurada a sede central em São Paulo.
Com o intuito de fornecer tratamento especializado em perda e manutenção de peso a clinica possui um renomado cirurgião, um nutricionista e tem auxilio da psicologia clínica.
Os procedimentos são realizados por especialistas renomados e com vasta experiência nessa área tendo apoio dos melhores hospitais do Brasil.
Com este intuito, nós da Clínica Rolfsen, estamos à disposição dos colegas e clientes para maiores informações sobre esses procedimentos para perda e manutenção do peso.

Conheça melhor o os métodos:

Balão intragastrico.

Trata-se de um balão de silicone que e colocado por endoscopia, por um período de 6 meses, sendo que não é considerado um método cirúrgico pois o tempo de internação varia de 3 ate 12 horas em clínica ou hospital é indicado para sobrepeso e obesidade grau 1 (IMC – índice de massa corpórea entre 27 e 34,9) e proporciona uma perda de peso de 10- 15 % do peso total.


Banda gástrica ajustável.

Trata-se de um anel de silicone que e colocado envolta o estomago, fazendo com que o cliente não consiga comer grandes quantidades, é colocado por uma cirurgia feita por vídeos sendo o tempo de internação varia de 20 ate 24 horas em clinica ou hospital. Indicado para pessoas com IMC superior a 35 e com doenças associadas (diabetes, pressão alta, etc.) esse procedimento proporciona uma perda de peso de ate 35% do seu peso total.

MERENDA ESCOLAR


Da Redação*Em São Paulo
Câmara aprova merenda diferenciada para diabéticos, hipertensos e anêmicos


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta terça-feira (11) uma proposta que obriga as escolas públicas a oferecerem merenda escolar diferenciada para estudantes diabéticos, hipertensos e com anemia.O texto aprovado é um substitutivo da Comissão de Educação e Cultura ao Projeto de Lei 6483/06, do deputado Celso Russomanno (PP-SP), que previa o fornecimento de merenda diferenciada apenas para diabéticos.Como a proposta tramitava em caráter conclusivo, ela será encaminhada agora para análise do Senado Federal.O projeto de lei assegura que sejam respeitados os hábitos alimentares de cada localidade e determina que a dieta especial seja indicada por médicos e prescrita por nutricionistas habilitados.* Com informações da Agência Câmara

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/08/11/ult105u8538.jhtm

RECEITA DE PÃO LIGHT


Ingredientes:


2 xícaras (chá) de folhas e talos picados

1 xícara (chá) de caldo das folhas cozidas

1 ovo

½ xícara (chá) de água

1 colher (chá) de açúcar

3 colheres (chá) de sal

15g ou 1 tablete de fermento biológico ou de padaria

3 colheres (sopa) de óleo

4 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo


Preparo:

Colocar as folhas e talos no liquidificador com o caldo de folhas cozidas. Bater bem. Juntar o ovo, o açúcar, o sal, o fermento e o óleo e continuar batendo. Colocar em uma vasilha a farinha de trigo e despejar a mistura do liquidificador. Amassar até desgrudar das mãos. Deixar a massa crescer até dobrar de volume. Amassar novamente e formar os pães, colocando-as em uma assadeira untada. Deixar crescer novamente. Colocar em forno moderado para assar por aproximadamente 40 minutos.


Dicas: preparar esta receita com folhar de beterraba, cenoura, nabo, rabanete, brócolis, espinafre, etc.

BANANADA COM CASCAS



Ingredientes:


1 kg de casca de banana

1 kg de açúcar

1 ½ xícara de água

1 sachê de gelatina sem sabor branca

Açúcar para passar os doces


Margarina para untarPreparo: Bater as cascas das bananas no liquidificador e levar para a panela o purê, juntar o açúcar e deixar cozinhar, mexendo sempre. A parte, hidratar a gelatina com 1 ½ xícara de água. Quando o doce estiver quase pronto, colocar a gelatina hidratada e deixar voltar ao ponto mexendo sempre para não queimar. Quando soltar da panela, retirar do fogo e colocar em um recipiente untado com margarina. Deixar esfriar e colocar na geladeira até o dia seguinte. Depois, cortar em pedaços e passar no açúcar.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Obesidade Custa US147 Bilhões ao Ano aos EUA


Por Beth Santos

Estudo que analisou despesas médicas dos norte-americanos entre 1998 e 2006 revela que as doenças provocadas pela obesidade representam atualmente 9,1% de todos estes gastos nos EUA – ou cerca de 147 bilhões de dólares. Em 1998, equivalia a 6,5%. O trabalho revelou ainda que os obesos gastam com saúde 40% a mais do que as pessoas com peso considerado dentro da normalidade.

A pesquisa, recém publicada na revista científica Health Affairs, consumiu oito anos de trabalho e foi realizada pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC), pela ONG RTI International e pela Agência para a Pesquisa e Qualidade do Atendimento à Saúde.

Os pesquisadores concluíram que a taxa de obesidade naquele país aumentou 37% no período estudado, o que provocou um aumento de 89% nos gastos com tratamentos de doenças como diabetes, problemas cardíacas etc, causadas pela obesidade.

Esforço ColetivoO Diretor do CDC/EUA, Thomas Frieden, disse que “é fundamental que tomemos medidas efetivas para conter e reduzir o enorme ônus da obesidade para a nossa nação”. Segundo ele, a reversão do problema não será feita com sucesso com um esforço individual, mas sim coletivo.

Disponível em www.abeso.org.br/

OBESIDADE


A obesidade é considerada com base no peso de uma pessoa em relação à altura e tem-se tornado num importante parâmetro para determinar o nível físico nas pessoas.
Existe um índice internacional usado por especialistas para determinar a quem é e quem não é obeso. Chama-se
Índice de massa corporal (IMC).


O nível de IMC dito normal está entre 18 e 28. Pessoas com valores acima deste intervalo já são consideradas
obesas. Quanto maior é o nível de obesidade da pessoa, maior é a probabilidade dessa pessoa desenvolver problemas de saúde.


Existem várias classificações para o nível de obesidade de uma pessoa, a obesidade leve, obesidade mórbida e maligna.


A obesidade leve envolvendo um
índice de massa corporal (IMC 30 +) provoca menor morbilidade do que a obesidade mórbida (IMC 40 +) ou que a obesidade maligna (IMC 50 +).
A obesidade maligna é a mais perigosa e estas pessoas são muito propensas a ataques cardíacos. Por exemplo, alguém que tem 40 por cento de excesso de peso tem o dobro das hipóteses de sofrer uma morte prematura do que uma pessoa cujo IMC se situa dentro dos limites normais. Estamos a falar de uma questão que é de vida ou morte.
De forma simples, a obesidade é
gordura a mais no nosso corpo.
Como é que calculamos o nosso IMC?


Todas as pessoas devem ser capazes de
calcular o seu IMC para saber se precisam de ajuda médica ou não.


O IMC pode ser calculado através do peso (Kg) e da altura (m). A forma mais fácil de descobrir qual o seu IMC é através de uma tabela de IMC para adultos.
Também existe uma calculadora própria para o cálculo do IMC no site do
Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue , esta está em inglês mas tambem fica aqui uma calculadora do imc em espanhol, talvez ajude para quem não está tão familiarizado com o inglês.
Como foi dito anteriormente, para chegar ao valor do seu IMC precisa de saber a sua altura e peso.


A fórmula é IMC = Peso (Kg) / {Altura}² (m)


Se o seu IMC estiver entre 25 - 29.9 está na categoria de peso a mais mas não é considerado ainda obeso, mas estando acima do limite do normal poderá ser um sinal de que poderá vir a ser obeso.


Existem três classes de obesidade:
Classe I - IMC está entre 30 - 34,9;
Classe II - IMC está entre 35 - 39.9;
Classe III - IMC é a partir dos 40.


Outra classificação é a obesidade leve, mórbida e maligna.
Independentemente da classificação que utiliza, um IMC acima dos 30 é grave para a sua saúde. Portanto, a obesidade, leva a problemas tais como as doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabetes, cancro da vesícula , da mama, do útero, dos ovários (no caso das mulheres ) e cancro do cólon, reto e próstata (no caso dos homens).
Litíase biliar, artrite, gota, falta de ar, elevados níveis de colesterol no sangue, pressão arterial elevada, problemas relacionados com a gravidez, ciclos menstruais irregulares e infertilidade, efeitos psicológicos e sociais, etc.
Para evitar estes riscos de saúde, temos de
aprender a comer apenas a quantidade de comida que o corpo necessita. O comer de forma excessiva e uma vida sedentária são as maiores causas da obesidade.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

CIRURGIA PARA PERDER PESO


OUTRAS MATERIAS SOBRE PERDA DE PESO COM CIRURGIA


http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u605969.shtml





http://www.diabetenet.com.br/conteudocompletoXMLE.asp?idconteudoXMLE=11634





http://www.meionorte.com/rogerioribeiro http://www.saudelazer.com/index.php?





option=com_content&task=view&id=7899&Itemid=49





http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2009/08/06/ult4729u5027.jhtm

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Faustão: os riscos da superexposição de cirurgia com efeitos de longo prazo desconhecidos


A cirurgia de Fausto Silva levará à superexposição um procedimento cirúrgico para emagrecimento ainda experimental em todo o mundo e que tem efeitos de longo prazo desconhecidos. Essa é a opinião do Dr. Martinho Rolfsen, da Clínica Rolfsen de Cirurgia da Obesidade e Especialidades (http://www.rolfsen.com.br/).


Para Rolfsen, o apresentador da TV Globo é uma espécie de cobaia humana de um processo cirúrgico sobre o qual a comunidade científica ainda não sabe ao certo que reações pode provocar no organismo.


O problema, segundo o Dr. Rolfsen, é que Faustão será uma vitrine viva de um processo que ainda não é respaldado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, para sua realização rotineira. “Faustão poderá ou não emagrecer e poderá ter benefícios metabólicos significativos durante um, dois ou vários anos, pois os pacientes, na maioria das vezes, deixam de usar medicamentos para controle de diabetes e colesterol muito rapidamente. Mas não há qualquer estudo que mostre o que irá acontecer no corpo dele em longo prazo, não dá para saber como será a vida dele daqui a 10 anos ou mais”, explica o especialista.


Rolfsen alerta para o fato de que os resultados em curto prazo poderão ser percebidos semana após semana na TV, em grande exposição no programa dominical de maior audiência da televisão brasileira. “O nítido e constante emagrecimento de Faustão, além da melhora de seu quadro metabólico, influenciando para a redução no nível de diabetes e de mau colesterol, pode levar muita gente a buscar essa cirurgia, mas seus resultados de longo prazo ainda são uma incógnita”, reforça. “Não há estudos de longo prazo que apontem como o organismo humano vai se adaptar às novas condições impostas pelo resultado da cirurgia, se os benefícios irão se reverter ou não, ou se haverá algum déficit de absorção de nutrientes que possa comprometer a saúde das pessoas”, diz Rolfsen.


A cirurgia a que Fausto Silva se submeteu trabalha de duas maneiras: Reduz parte do estômago, o que diminui sua capacidade de armazenamento e interfere na produção do hormônio grelina; e interpõe uma parte final do intestino delgado, chamado de íleo, mais proximamente ao estômago, fazendo com que o alimento chegue menos digerido e aumentando a produção de outro hormônio, o GLP-1. Tudo isto faz, em teoria, com que o apresentador sinta saciedade precocemente, perca peso, melhore a produção de insulina pelo pâncreas e, desta forma, controle suas co-morbidades .


Por fim, Dr. Rolfsen explica que há três tipos de intervenções bariátricas que levam ao emagrecimento:
- restritivas: quando é limitada a quantidade de alimento que a pessoa ingere (pode ser por meio de cirurgias que promovem a redução da área do estômago, seja por balões, anéis bariátricos e outros métodos.
- disabsortivas: quando o intestino é reduzido ou desviado e a parte do órgão que é responsável pela absorção dos alimentos torna-se bastante limitada em comparação à área original.
- metabólicas: que interferem na produção de hormônios e outras substâncias relacionadas ao processo de digestão ou metabolismo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

METODO PRA PERDER PESO


Uma das técnicas utilizadas para que o paciente com obesidade mórbida – Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 40 – perca peso é a implantação de um balão intragástrico. Diferentemente da cirurgia bariátrica (conhecida também como redução do estômago), a implantação é considerada um procedimento menos invasivo, onde um balão, normalmente preenchido por um líquido, é posicionado dentro do estômago.


Segundo Martinho Rolfsen, especialista em cirurgia do aparelho digestivo pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), o procedimento é indicado para duas situações: pacientes com esse tipo de obesidade que têm por objetivo perda de peso menor que a de uma cirurgia, mas que apresentaram falha nos tratamentos clínicos habituais, e pacientes com obesidade extrema com indicação para cirurgia, mas que não apresentam condições clínicas de realizá-la devido às suas comorbidades (outras doenças associadas, como hipertensão arterial, diabetes, etc.), necessitando de perda de peso e melhora desses problemas de saúde para o procedimento cirúrgico.


Antes da implantação do balão, no entanto, o cirurgião esclarece que o paciente deve submeter-se à avaliação clínica criteriosa para checar se existe a indicação precisa para o procedimento, se existem restrições, se há comorbidades que devem ser compensadas ou exames adicionais que eventualmente precisem ser solicitados. “Além disso, o paciente deverá ser avaliado por um nutricionista para orientações específicas complementares a este tratamento”, completa. Na entrevista a seguir, o médico responde algumas perguntas a respeito do procedimento.


Como funciona a implantação do balão intragástrico? Há alguma restrição para o procedimento?A implantação do balão intragástrico é um procedimento endoscópico, semelhante a uma endoscopia, simples, rápido e muito seguro, e que pode ser realizado em regime ambulatorial, ou seja, sem a necessidade de internação prolongada. Algumas restrições para sua realização são uma cirurgia prévia do trato digestivo alto (esôfago, estômago e duodeno) que tenham alterado a sua anatomia, grandes hérnias hiatais e doenças pépticas em atividade, entre outras Como se dá a preparação do paciente antes da operação?

Toda preparação inicia-se já na primeira consulta, quando o médico deve esclarecer dúvidas e passar orientações gerais. Após a avaliação clínica criteriosa, na véspera do procedimento, o paciente deve tomar alguns medicamentos que têm por objetivo preparar o estômago para receber o balão e promover sua melhor adaptação ao organismo.


Estes medicamentos são mantidos por alguns dias após o procedimento. Um desses medicamentos deverá ser ministrado pelo período em que o paciente estiver com o balão, para evitar irritação da mucosa do estômago pelo contato com o balão e também para proteger o balão do contato com o ácido do estômago. Deve-se ainda ter em mente que o procedimento sempre é realizado com a assistência de um anestesista, que vai definir qual o melhor esquema de sedação que será empregado para tornar este procedimento rápido, seguro e confortável ao paciente.
Quais são as vantagens e desvantagens dessa técnica em relação aos procedimentos cirúrgicos de combate à obesidade mórbida?


O balão não deve ser comparado às técnicas cirúrgicas de combate à obesidade mórbida, pois tem indicações diferentes. Nesta linha de pensamento, pode-se dizer que apresenta como vantagens o fato de não se tratar de uma cirurgia, sendo, portanto, menos invasivo, ambulatorial, rápido e seguro. Por outro lado, deve-se ter em mente que pessoas com indicação para uma cirurgia bariátrica muito provavelmente não se beneficiarão deste procedimento, exceto nos casos em que a perda de peso se faz necessária para tornar viável a execução da cirurgia bariátrica.


Quanto tempo dura o procedimento para a implantação do balão?


O procedimento em si dura cerca de 5 a 15 minutos, mas entre a preparação para a realização e a recuperação, o paciente pode ficar mais tempo no local do procedimento e da recuperação da sedação.


Quanto tempo após o procedimento o paciente pode retomar suas atividades normais?Não há restrições para o retorno precoce às atividades habituais e nem físicas. Existe, entretanto, uma porcentagem pequena de pacientes que sentem certo desconforto na região do estômago nos primeiros dias e, em alguns casos, náuseas e vômitos até a plena acomodação do balão. Nestes casos, é aconselhável repouso nos primeiros dias. Que cuidados especiais o paciente deve ter após a implantação?


O principal cuidado após a colocação do balão intragástrico é o de seguir a dieta e os medicamentos prescritos nos primeiros dias para facilitar sua acomodação. Além disso, é importante estimular que o paciente volte a andar o mais rápido possível, pois se sabe que esta medida simples facilita a acomodação do balão ao organismo.


Qual o tempo de duração do balão no nosso organismo? Ele deve ser trocado com que periodicidade?Atualmente, aceita-se como tempo de permanência do balão dentro do estômago o período de 6 meses. Ao término deste prazo, o mesmo deverá ser retirado por endoscopia e, eventualmente, poderá ser colocado outro se houver necessidade.


Qual a estimativa média de perda de peso após a implantação do balão?


A perda de peso varia de acordo com a idade, o sexo, a atividade e a aderência de cada indivíduo às orientações nutricionais. Em geral, espera-se que a perda média seja de cerca de 10% a 15 % do peso inicial da época da colocação do balão intragástrico. Mas observa-se que os pacientes que aderem melhor ao acompanhamento e orientações após o procedimento conseguem melhora significativa da perda de peso e medidas.


Quais ganhos o paciente tem para a sua vida após a realização do procedimento?


O balão intragástrico oferece uma série de benefícios para o paciente obeso mórbido. Uma vez que promove perda de peso de forma mais saudável, proporciona melhoria das comorbidades relacionadas à obesidade, como, por exemplo, hipertensão arterial, diabetes, aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos, apneia do sono, esteatose hepática, artropatias por sobrecarga de peso, entre outras. Além disso, melhora a autoestima e a própria imagem do indivíduo, melhorando a sua interação na sociedade como uma pessoa mais atuante e participativa.


- Fontes: Martinho Rolfsen, especialista em cirurgia do aparelho digestivo pela Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp), titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). É membro da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) e da International Federation for Surgery of Obesity (IFSO)



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